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Porto Alegre, quarta-feira, 28 de março de 2018.

Jornal do Comércio

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Educação

Alterada em 28/03 às 15h14min

MEC anuncia reajuste de 20% para programa de transporte escolar

Por meio do programa, governo repassa recursos para transporte de alunos que vivem na zona rural

Por meio do programa, governo repassa recursos para transporte de alunos que vivem na zona rural


PREFEITURA MUNICIPAL FAXINAL DO SOTURNO/DIVULGAÇÃO/JC
Folhapress
Em evento no Palácio do Planalto realizado nesta quarta-feira (28), o ministro da Educação, Mendonça Filho, anunciou um reajuste de 20% para o Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar. O ato foi um dos últimos de Mendonça à frente da pasta, já que ele pretende disputar as eleições em outubro pelo DEM e, para isso, precisa deixar o cargo até o dia 7 de abril.
Por meio do programa, o governo federal repassa recursos para auxiliar estados e municípios a custear o transporte de alunos que vivem na zona rural e estudam em área urbana. O ministro não falou, contudo, no montante que será repassado. Em 2017, o governo anunciou uma verba de R$ 55 milhões para o programa.
O anúncio foi feito durante evento do Programa Mais Alfabetização e contou com a presença do presidente Michel Temer (PMDB). Ele elogiou a atuação de Mendonça no Ministério e disse que seu governo fez uma "verdadeira revolução silenciosa na educação brasileira".
"O nosso governo trabalha em silêncio e produz resultados. Trabalhamos muito para oferecer não uma educação qualquer, mas uma educação de qualidade, sincronizada com o mundo moderno e voltada para o futuro", disse o presidente.
No mesmo evento, o governo anunciou ainda que fará um investimento de R$ 523 milhões no programa de alfabetização. De acordo com o Ministério, o objetivo é ajudar alunos do primeiro e do segundo ano que tenham dificuldades em aprendizado.
O programa foi anunciado em janeiro deste ano, mas só agora o governo divulgou os repasses. Este ano, serão liberados R$ 253 milhões no total, sendo R$ 124 milhões imediatamente e o restante no segundo semestre. Os outros R$ 270 milhões ficarão previstos para liberação em 2019. De acordo com o MEC, 49 mil escolas aderiram ao programa. A previsão é de atendimento de R$ 3,6 milhões de estudantes.
Mendonça aproveitou a cerimônia para fazer agradecimentos por sua gestão à frente da pasta. "Foi o período mais instigante e desafiador das mais várias funções públicas que eu ocupei. Algo apaixonante", declarou. O ministro deve deixar a Educação até 5 abril. Entre os cotados para sucedê-lo está a secretária-executiva do MEC, Maria Helena Guimarães de Castro. Ela conta nos bastidores com o apoio de Mendonça.
Há, contudo, uma indefinição sobre se o sucessor dele, que deve ser um nome com aval do DEM. Aliado do Palácio do Planalto, o partido agora pode ser um adversário nas eleições de outubro, já que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi lançado pré-candidato à Presidência da República.
"Vocês têm que entender que o Ministério da Educação não pertence ao Democratas e nem a nenhum outro partido. A própria composição do Ministério tem um caráter de amplitude. Eu tenho, por exemplo, secretários que já serviram e já trabalharam no Partido dos Trabalhadores."
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