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Porto Alegre, quinta-feira, 01 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Geral

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Segurança pública

Notícia da edição impressa de 02/03/2018. Alterada em 01/03 às 21h43min

Linha de crédito disponibilizará R$ 42 bilhões para estados

Em reunião do presidente Michel Temer com governadores e ministros, nesta quinta-feira, para tratar de segurança pública, o governo federal anunciou uma linha de crédito de R$ 42 bilhões para os estados investirem na área. O recursos estarão disponíveis ao longo de cinco anos. Desse montante, R$ 33,6 bilhões são do Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes).
Do total, R$ 5 bilhões serão disponibilizados já em 2018, sendo R$ 4 bilhões pelo Bndes. Entre 2019 e 2022, serão liberados os demais R$ 37 bilhões, dos quais R$ 29,6 bilhões virão do banco. O prazo médio para o pagamento será de oito anos, com dois anos de carência.
Os recursos fazem parte do Programa Nacional de Segurança Pública. Entre as metas para 2018 estão equipar as forças de segurança e defesa, e ampliar a coordenação nacional da atuação no setor, via Ministério Extraordinário de Segurança Pública. De 2019 a 2022, o plano tem como objetivos incrementar investimentos nos equipamentos penitenciários e ferramentas de controle, além de ampliar o patrulhamento das áreas de fronteira. O programa será gerido por um comitê composto pelos ministérios de Segurança Pública, Casa Civil, Defesa, Planejamento, além de Secretaria de Governo, Gabinete de Segurança Institucional da Presidência e Bndes.
Presente na reunião no Palácio do Planalto, o ministro extraordinário da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou que, durante o encontro, "não foi falado em intervenção" em outros estados (assim como ocorre no Rio de Janeiro), mas que alguns entes da Federação pediram reforço das Forças Armadas na segurança. "Foi pedida a presença de Forças Armadas, e me opus fortemente, lembrando que segurança se resolve com segurança, não com defesa", assegurou o ministro.
Jungmann não quis falar quais os estados que solicitaram o uso das Forças Armadas "para não ser injusto", mas disse que foram, "no máximo, três". O ministro disse ainda que houve "unanimidade" dos governadores no apoio à criação do Ministério Extraordinário de Segurança Pública.
 
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