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Porto Alegre, quinta-feira, 22 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Tributos

Notícia da edição impressa de 23/03/2018. Alterada em 22/03 às 21h45min

Empresas gaúchas de móveis são investigadas por sonegação fiscal

Operação da Receita Estadual apura movimentações comerciais que somam mais de R$ 500 milhões

Operação da Receita Estadual apura movimentações comerciais que somam mais de R$ 500 milhões


/SEFAZ/DIVULGAÇÃO/JC
A Receita Estadual do Rio Grande do Sul completou nesta quinta-feira o segundo dia da Operação Isoptera, que apura suposta sonegação no recolhimento de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em empresas do setor moveleiro. A primeira fase da operação, deflagrada na quarta-feira, dia 21, está concentrada em indústrias de Lagoa Vermelha e Sananduva, no Nordeste do Estado, e apura, em sua primeira fase, operações comerciais que somam mais de R$ 500 milhões.
Em nota, o delegado Magno Friedrich, titular da 3ª Delegacia Regional da Receita Estadual de Caxias do Sul, diz que os indícios da sonegação fiscal têm origem na prática de subfaturamento (informar nas notas fiscais preços abaixo do real), dissimulação societária (abrir diversas empresas em nome de laranjas) e créditos indevidos (utilização de créditos frios para diminuir o imposto a pagar).
Por questões de sigilo fiscal, a Receita não divulgou quais são as empresas investigadas. O montante total da sonegação será apurado com o trabalho de auditoria do material apreendido. Ao todo, 16 auditores-fiscais, seis técnicos tributários e dois policiais da Brigada Militar participaram da primeira fase da Isoptera, batizada com este nome em referência à antiga denominação dos cupins. O fisco quis comparar os prejuízos  gerados pelos cupins na madeira aos danos para a sonegação nas finanças.
A Associação das Indústrias de Móveis do Rio Grande do Sul (Movergs) foi procurada pelo Jornal do Comércio para avaliar a operação, mas informou que só se manifestará após conhecer mais detalhes da investigação.
 
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