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Porto Alegre, quinta-feira, 22 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Indústria

Notícia da edição impressa de 22/03/2018. Alterada em 21/03 às 23h14min

MP que traz benefícios à ciência e tecnologia pode incluir mais setores

O governo estuda estender para outros setores mecanismos da medida provisória que amplia recursos para Ciência e Tecnologia, enviada pelo governo ao Congresso Nacional no fim do ano. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, deu a declaração durante reunião do Conselho Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), sem fornecer maiores detalhes.
Em dezembro, o presidente Michel Temer assinou MP que altera a Lei de Informática, estendendo de três para 48 meses o prazo para as empresas que tiveram isenções ou reduções de impostos sobre bens de informática e automação possam realocar os recursos devidos. A Lei da Informática permite a isenção ou redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para bens de informática e automação, desde que as empresas investissem, no mínimo, 5% de seu faturamento bruto no mercado interno em atividades de pesquisa e desenvolvimento.
Meirelles lembrou projetos importantes para estimular o financiamento das empresas, como a criação da Letra Imobiliária Garantida (LCI) e a criação de fundos garantidores do Bndes e de outras entidades. O ministro lembrou que há no Congresso Nacional projeto de lei que cria o cadastro positivo, considerado prioritário pelo governo para reduzir o custo do crédito para as pessoas físicas. “Podemos avançar ainda mais no acesso ao crédito. O governo precisa, de fato, aproveitar oportunidades”, acrescentou.
A fala de Meirelles foi em resposta à intervenção da conselheira Marina Grossi, presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (Cebds), que falou sobre investimento e intermediação financeira. A economista defendeu a retirada gradual dos subsídios pagos pelo Bndes, a efetivação do cadastro positivo e a ampliação de instrumentos de garantias. “O País precisa de visão estratégica”, completou.

Empresário industrial continua confiante com a economia e com os negócios

Treze dos 32 setores analisados na pesquisa estão otimistas

Treze dos 32 setores analisados na pesquisa estão otimistas


FAROUK BATICHE/AFP/JC
O empresário da indústria continua confiante na economia e nos negócios, segundo o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), divulgado ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador permaneceu praticamente estável em março, na comparação com fevereiro, com leve alta de 58,8 pontos para 59 pontos, mostrando, segundo a CNI, que “o empresário segue com a confiança elevada, avalia positivamente as condições correntes de seus negócios e permanece com expectativas positivas para os próximos seis meses”.
Esse índice é o mesmo verificado em janeiro, quando a confiança chegou ao maior patamar em quase sete anos. Os indicadores da pesquisa variam de zero a 100 pontos e índices acima de 50 pontos demonstram confiança dos empresários. Apesar de o Icei permanecer praticamente inalterado em março, a CNI destaca que a sua estabilidade ocorre em um patamar acima da média histórica do indicador. O Icei de março de 2018 é 5,0 pontos superior ao registrado em março de 2017 e 4,8 pontos superior à média histórica do índice.
O economista da CNI Marcelo Azevedo ainda ressalta que houve um aumento da confiança em diversos setores. “Observamos alta na confiança industrial em 13 dos 32 setores pesquisados”, afirma.
Com relação aos dois componentes do Icei, eles ficaram praticamente inalterados de fevereiro para março. O Índice de Condições Atuais teve alta de 0,3 ponto, atingindo 53,5 pontos. Já o Índice de Expectativas aumento 0,1 ponto, para 61,7 pontos.
Por segmento, a confiança é maior em grandes empresas, que se manteve em 60,4 pontos. Mas, o índice entre as empresas de pequeno porte cresceu 0,7 ponto, passando de 55,9 para 56,6 pontos. As médias empresas tiveram leve crescimento, de 0,1 ponto, alcançando 58,4 pontos. A pesquisa da CNI foi feita entre os dias 1 e 13 de março, com 2.824 empresas.
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