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Porto Alegre, segunda-feira, 05 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Petróleo

Notícia da edição impressa de 06/03/2018. Alterada em 05/03 às 23h00min

Produção no pré-sal tem alta de 2,3% em janeiro

O pré-sal respondeu por 51,9% de toda a produção de petróleo e gás natural de janeiro deste ano, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Ao todo, foram extraídos na região 1,723 milhão de barris de óleo equivalente por dia, alta de 2,3% ante dezembro. A produção de petróleo foi de 1,381 milhão de barris por dia (bpd) e a de gás natural, de 54 milhões de metros cúbicos (m3) diários.
Somado ao pós-sal, a produção de petróleo no País foi de 2,615 milhões de bpd, alta de 0,1% sobre o mês anterior e redução de 2,7% frente a janeiro de 2017. A extração de gás natural ficou em 112 milhões de m3 por dia, queda de 0,84% em comparação ao mês anterior e aumento de 2,3% se comparada com o mesmo mês de 2017.
O aproveitamento de gás natural no Brasil no mês alcançou 96,4% do volume total produzido. Foram disponibilizados ao mercado 65,5 milhões de m3/d. A queima de gás totalizou 4 milhões de m3/d, alta de 4% sobre o mês anterior e recuo de 6,2% em relação ao mesmo mês de 2017.
O campo de Lula, na Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo (média de 842 mil bd) e gás natural (35,4 milhões de m3/d). Os campos marítimos produziram 95,4% do petróleo e 80,8% do gás natural.
Em janeiro, 303 áreas concedidas, uma cessão onerosa e uma de partilha, operadas por 28 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Dessas, 75 são marítimas e 230, terrestres. Uma encontra-se em atividade exploratória e produzindo através de Teste de Longa Duração (TLD), e outras seis são relativas a contratos de áreas contendo acumulações marginais.

Operação da P-74 no campo de Búzios deve começar no primeiro semestre

Plataforma pode processar até 150 mil barris de petróleo por dia

Plataforma pode processar até 150 mil barris de petróleo por dia


/ALAOR FILHO/MIRÁ IMAGEM/AGÊNCIA PETROBRAS/DIVULGAÇÃO/JC
A Petrobras informou que o navio plataforma P-74 chegou no sábado ao campo de Búzios no pré-sal da Bacia de Santos, e deve iniciar operação neste primeiro semestre. "Será a primeira de uma série de sete plataformas programadas para entrar em operação no Brasil em 2018, destinadas ao crescimento da curva de produção da companhia no horizonte do Plano de Negócios e Gestão (PNG) 2018-2022", diz a nota divulgada ontem pela estatal.
O navio plataforma será ancorado a cerca de 200 quilômetros da costa, em profundidade de 2 mil metros. A plataforma será conectada a nove poços produtores.
A Petrobras destaca que a P-74 faz parte do primeiro sistema definitivo que irá produzir a principal área sob contrato da Cessão Onerosa, realizado em 2010.
A capacidade de processamento é de até 150 mil barris de petróleo e 7 milhões m3 de gás diariamente, tanto para a P-74 quanto para as outras quatro programadas para esse campo: P-75 e P-76 para o segundo semestre; P-77 para 2019; e Búzios 5, prevista para 2021.
"Os cinco sistemas de produção desse campo poderão incorporar 750 mil barris por dia à capacidade instalada da companhia, quando estiverem a plena carga. Juntos, esses projetos irão produzir durante sua vida útil o volume contratado na Cessão Onerosa para o campo de Búzios, que é muito significativo", afirmou ontem a diretora de Exploração e Produção da companhia, Solange Guedes.

Próxima rodada de licitações tem 20 empresas inscritas

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) recebeu 20 inscrições de empresas para participação na 15ª Rodada, 16 para concorrer por blocos marítimos e quatro, para blocos terrestres. A Petrobras está habilitada a participar das duas disputas. Na semana passada, 14 já tinham sido aprovadas. Ontem, foram mais seis - Cnocc, Ecopetrol, Petrogal, Queiroz Galvão, Statoil e Wintershall.
Além delas, foram habilitadas BP, Chevron, Exxomobil, Murphy, Petronas, Premier Oil, QPI, Repsol, Shell e Total. Para a disputa de áreas em terra, estão habilitadas Cobra, Parnaíba, Rosneft e Petrobras. A brasileira Ouro Petro teve a inscrição reprovada por falta de documentos e por não ter pagado taxa de participação.
"Cumpridas as exigências estabelecidas no edital, e tendo a inscrição julgada e aprovada pela Comissão Especial de Licitação, a empresa poderá apresentar ofertas somente para os blocos localizados nos setores para os quais tenha efetuado o pagamento de taxa de participação e aportado garantia de oferta", informou a ANP.
Serão oferecidos 70 blocos nas bacias sedimentares marítimas do Ceará, Potiguar, Sergipe-Alagoas, Campos e Santos, e nas bacias terrestres do Parnaíba e do Paraná, totalizando 95,5 mil km2 de área.
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