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Porto Alegre, sexta-feira, 02 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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sistema financeiro

Notícia da edição impressa de 02/03/2018. Alterada em 02/03 às 12h27min

PIB contribui, e Ibovespa encerra pregão em alta de 0,03%; dólar sobe 0,31%

Após ser impactado pelo azedume do mercado acionário de Nova Iorque, o Ibovespa ganhou fôlego nos últimos momentos do pregão e conseguiu fechar em leve alta (0,03%) no primeiro dia de março, aos 85.377 pontos.
Resultados corporativos positivos, como da Ambev, além da confirmação de crescimento de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) corroboravam para o movimento comedidamente otimista.
A virada de mão veio no meio da tarde com o aprofundamento das perdas nos mercados acionários de Wall Street. Os investidores ampliaram as incertezas em relação a um aperto monetário mais forte neste ano por parte do Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos). Além disso, o presidente Donald Trump anunciou a barreira tarifária para o aço, afetando as ações de muitas empresas do setor.
Mas, enquanto o Dow Jones fechou no vermelho (-1,68%), o Ibovespa teve força para ficar no azul. Analistas concordam que as melhores perspectivas para a economia brasileira são, de fato, um contraponto que impede o Ibovespa de recuar mais e numa proporção piorada dos índices de Wall Street.
Durante o pregão, o índice também foi impactado pela queda das cotações das commodities, em especial o petróleo, no mercado internacional. O contrato WTI para abril fechou em queda de US$ 0,65 (-1,05%) enquanto o do Brent para maio teve baixa de US$ 0,90 (-1,39%). Por aqui, os papéis da Petrobras ON e PN caíram 1,64% e 2,00%, respectivamente.
Ao final da sessão, a recuperação das ações do setor bancário - que também refletem a melhora econômica com perspectivas de expansão do crédito - amenizou as perdas do índice, com Itaú Unibanco subindo 1,47%, Banco do Brasil ganhando 0,72% e Bradesco valorizando 0,57%. E, fora as blue chips, as ações da Gerdau e Gerdau Metalúrgica, que vêm refletindo positivamente a barreira tarifária a ser imposta pelos EUA, pois têm filial por lá, subiram 3,19% e 1,27%, e são as maiores altas do Ibovespa no ano.
O dólar iniciou março com alta, em um movimento mais uma vez determinado pela influência do mercado de câmbio internacional. Em meio à volatilidade no mercado externo, a moeda marcou R$ 3,2514, com ganho de 0,31% ante o real.
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