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Petróleo

01/03/2018 - 17h12min. Alterada em 01/03 às 17h12min

Petróleo fecha em queda, pressionado por alta nos estoques dos EUA e dólar forte

O petróleo fechou em território negativo nesta quinta-feira (1º). Os contratos foram pressionados pelo dólar forte e também ainda pela elevação dos estoques da commodity nos Estados Unidos. O petróleo WTI para abril fechou em queda de US% 0,65 (-1,05%), a US$ 60,99 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para maio teve baixa de US$ 0,90 (-1,39%), a US$ 63,83 o barril, na ICE.
O petróleo fechou em território negativo nesta quinta-feira (1º). Os contratos foram pressionados pelo dólar forte e também ainda pela elevação dos estoques da commodity nos Estados Unidos. O petróleo WTI para abril fechou em queda de US% 0,65 (-1,05%), a US$ 60,99 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para maio teve baixa de US$ 0,90 (-1,39%), a US$ 63,83 o barril, na ICE.
Na quarta-feira (28), o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) informou que os estoques de petróleo dos EUA aumentaram 3,019 milhões de barris na semana encerrada em 23 de fevereiro. Analistas ouvidos pelo Wall Street Journal previam avanço menor, de 2 milhões de barris.
"Acredito que o mercado ainda reage ao relatório de estoques de ontem", afirmou Gene McGillian, gerente de pesquisas da Tradition Energy. Segundo ele, o rali dos preços que havia começado recentemente parece já perder força.
Nas últimas semanas, os preços do petróleo também têm reagido a sinais de outros mercados, como o acionário e o cambial, especialmente o dólar. Analistas atribuem parte das perdas da commodity nesta semana ao fortalecimento do dólar e ao enfraquecimento das bolsas em Wall Street.
"Há obviamente um movimento de fuga dos ativos de risco, o petróleo entre eles", comentou Bob Yawger, diretor da divisão de futuros da Mizuho Securities U.S.A.
O relatório do DoE mostrou ainda que a produção semanal dos EUA atingiu nova máxima, em 10,283 milhões de barris por dia. Yawger disse que, nesse patamar, o xisto produzido no país pode contrabalançar o esforço liderado pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) para cortar a oferta e apoiar os preços.
A Agência Internacional de Energia (AIE) espera que os EUA superem a Rússia até 2019 como o maior produtor de petróleo no mundo. Analista da corretora PVM, Tamas Varga afirma que continua a disputa entre a Opep e seus aliados, entre eles a Rússia, e os produtores de xisto nos EUA. Fonte: Dow Jones Newswires.