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Porto Alegre, quinta-feira, 29 de março de 2018.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 29/03/2018. Alterada em 28/03 às 23h39min

Candidatos na estrada

Os pré-candidatos ao Palácio do Planalto começam a pegar a estrada. A deputada federal gaúcha Yeda Crusius (PSDB) afirma que a candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) está completamente solidificada. Ela disse que o governador de São Paulo abdica na semana que vem e intensifica seus contatos pelo Brasil, como presidente do partido. Assume o vice-governador Marcio França (PSB).
Radicais posicionados
Para a deputada, "os radicais já estão posicionados, mas, mesmo assim, com a decisão do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), o (Luiz Inácio) Lula (da Silva, PT) é ficha suja, por isso não deverá concorrer. O que a gente está percebendo é que o povo não está mais aceitando, e a sociedade está ficando blindada com a judicialização e as provocações. A população rechaça esse tipo de discurso e diz não à presença do Lula, como vem acontecendo no Sul".
Fôlego para ir até o final
Sobre quem vai disputar a eleição à presidência da República, até o final, Yeda Crusius pondera que "Jair Bolsonaro (PSL) vai. Mas a polarização que beneficia os dois morre, só que o Lula vai continuar até junho, que é até quando os prazos permitem". Na interpretação da tucana, "ele vai continuar provocando, ocupando espaço". "A caravana do Lula é uma provocação. Eles sabem provocar." Segundo a deputada, a teoria do PT "é nós contra eles. Prender o Lula, ou não, é outra coisa, mas ficha suja ele é. Então tira ele da disputa; mas ele vai colocar alguém no lugar", frisou.
Spray de veneno
Segundo a tucana, até julho, vai ficar esse empurra, empurra. Mas como tem a data da desincompatibilização para alguns e filiação para outros, como é o caso do Henrique Meirelles (PSD), as coisas vão se colocando no seu rumo. Para a deputada, "a televisão é o spray de veneno que fica saltando em quem está vendo o tempo todo".
Alckmin 'garantido'
"O Alckmin está garantido", avalia a tucana, "porque, aos poucos, esses contatos pessoais que ele vai fazendo, e firmando compromissos, levam o pessoal a conhecê-lo mais já que, em determinados segmentos, não o conhecem; então ele vai crescendo. E o povo não quer mais essas coisas que já prejudicaram tanto o País, ele vai escolher o centro; a eleição vai escolher o centro, eu não tenho dúvida. E no centro, ele é o mais preparado".
 
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