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Porto Alegre, domingo, 18 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Empresas & Negócios

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Opinião

Notícia da edição impressa de 19/03/2018. Alterada em 16/03 às 18h38min

Como parcerias entre empresas e startups inovadoras podem fomentar o mercado?

Fernando Cascardo
Inovação. Essa é a palavra do momento e o conceito que está sob os holofotes dos empreendedores em todo o mundo. Com a tecnologia disponível na ponta dos dedos, os consumidores estão exigentes e almejam por soluções que sejam disruptivas e digitais, que por sua vez, são objetivos de difícil alcance para grandes corporações, que possuem operações amarradas e burocráticas, impedindo a mudança constante que o mercado demanda.
Para atender a esses consumidores, que estão mais dinâmicos e empoderados, as startups apostam em modelos comerciais simplificados, dinâmicos e tecnológicos por meio do desenvolvimento de soluções que estão entre as mais procuradas pelo público. Porém, para serem atrativas ao mercado, as startups precisam estar com seus serviços ou produtos mais próximos da perfeição e com um modelo operacional focado em conversões e crescimento acelerado.
Diante desse panorama, em que as empresas carecem de inovação e as startups de experiência, a melhor alternativa, na qual todos são beneficiados, é fomentar parcerias entre as companhias que já estão estabelecidas em suas áreas de atuação e as startups, que buscam por competitividade. Esse modelo é conhecido como Corporate Venturing (CV), e é uma modalidade de inovação aberta na qual empreendimentos maiores financiam a tecnologia.
Assim, por meio desse movimento de integração, essas associações são capazes de fomentar o mercado ao estimular o consumo por meio do desenvolvimento de soluções completas, algo possibilitado pelo dinamismo das startups e da criação de uma oferta de ferramentas com toda a estrutura e divulgação necessárias, impulsionadas pela experiência das grandes companhias.
As empresas enxergam as startups como ninhos de ideias boas e eficientes para conquistar o público e por isso vão buscar associações. Essa procura agita o mercado e fomenta, além do consumo, a união do novo com a experiência. Além disso, organiza todo o ecossistema mercadológico brasileiro ao equilibrar as demandas dos mais variados setores.
 Sócio-diretor do Grupo InterPlayers
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