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Porto Alegre, quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Política

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Reforma da previdência

Alterada em 28/02 às 10h45min

É preciso discutir reforma da Previdência após intervenção no Rio, diz Meirelles

Segundo o ministro, 80% do PIB será usado só para arcar com as despesas caso a reforma não for aprovada

Segundo o ministro, 80% do PIB será usado só para arcar com as despesas caso a reforma não for aprovada


MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL/JC
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, voltou a afirmar nesta quarta-feira (28) que a reforma da Previdência terá que, inevitavelmente, voltar a ser debatida após a intervenção Federal na Segurança Pública do Rio de Janeiro.
De acordo com Meirelles, que concedeu uma entrevista de 25 minutos à Rádio Paiquerê AM, de Londrina (PR), 80% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro será usado só para arcar com as despesas previdenciárias se a reforma não for feita em dez anos.
Meirelles afirmou que a intervenção no Rio era necessária. O problema, lembrou o ministro, é que enquanto a intervenção vigorar nenhuma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) pode ser votada pelo Legislativo. "Inclusive a PEC da Previdência", disse. No entanto, segundo o Meirelles, a reforma não é um tema para o curto prazo. "A reforma é necessária e o melhor seria que fosse aprovada o quanto antes", avaliou.
Meirelles falou também sobre o pacote de medidas prioritárias que foi divulgado logo após a suspensão oficial da reforma da Previdência. Ele destacou algumas das medidas, mas focou seu discurso na necessidade de fazer mudanças na Previdência, argumentando que, sem a reforma, os aposentados poderão vir a ficar sem receber os benefícios no futuro. "Por enquanto, estamos trabalhando para que isso não aconteça", disse.
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