Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

Congresso Nacional

Notícia da edição impressa de 16/02/2018. Alterada em 15/02 às 23h45min

Dodge pede condenação de líder do governo a STF

Deputado André Moura é acusado de desvio de verbas em Sergipe

Deputado André Moura é acusado de desvio de verbas em Sergipe


/WILSON DIAS/ABR/JC
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu a condenação do líder do governo no Congresso, o deputado André Moura (PSC-SE), em três ações penais em que ele é réu no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele é acusado de ter desviado verbas do município de Pirambu, em Sergipe, onde já foi prefeito. Dodge também pediu que ele devolva o triplo dos valores desviados.
Segundo a procuradora-geral, André Moura cometeu crimes de responsabilidade e de associação criminosa, entre 2005 e 2007, quando já tinha deixado a prefeitura. Mas o município continuou sendo administrado por um aliado, Juarez Batista dos Santos (PDT). Em depoimento, ele disse que Moura prosseguia como prefeito "de fato", indicando os secretários municipais.
"Com a conivência de Juarez Batista dos Santos, André Luiz Dantas Ferreira (nome verdadeiro de André Moura) continuou a ter poder de decisão na prefeitura, definindo as pessoas que seriam nomeadas secretários municipais, e utilizando a máquina administrativa em favor de seus interesses políticos e pessoais", sustentou Raquel Dodge.
Juarez teria entregue dinheiro em espécie para André Moura; disponibilizado servidores, veículos e linhas telefônicas para uso dele e sua família; e até autorizado a aquisição de alimentos para a casa dele. Somente em 2006, o hoje deputado teria exigido repasse de R$ 1 milhão.
Os três processos são relatados pelo ministro Gilmar Mendes, e serão analisados pela Segunda Turma do STF, formada também pelos ministros Edson Fachin, Celso de Mello, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli. Não há previsão de quando o julgamento ocorrerá.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia