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Porto Alegre, segunda-feira, 05 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Política

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Partidos

Notícia da edição impressa de 06/02/2018. Alterada em 05/02 às 22h28min

PP sairá do governo Sartori até 15 de março

Weck prioriza candidatura própria

Weck prioriza candidatura própria


LUIZA PRADO/JC
Bruna Suptitz
De olho no Piratini, o PP anunciou ontem a data-limite de saída da base do governo de José Ivo Sartori (PMDB): até 15 de março. O desembarque poderá ser antecipado - deputados da sigla defenderam um prazo mais estendido para que houvesse tempo de organização da saída dos cargos hoje ocupados em órgãos do Executivo.
Com a definição de que lançará candidatura própria ao governo do Estado, demanda apontada pela base em pesquisa interna do partido, o nome que irá concorrer será conhecido em 24 de março, na pré-convenção da sigla. Até o momento, estão na disputa o deputado federal Luis Carlos Heinze e o advogado Antonio Weck. Um dos cotados, o prefeito de Bento Gonçalves, Guilherme Pasin, já anunciou que não deixará o mandato e que está fora da disputa interna.
Outros nomes podem surgir - um dos quadros do partido e cotado por correligionários é a presidente da Federação das Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul), Simone Leite. Contudo, o presidente estadual do PP, Celso Bernardi, acredita ser pouco provável que outro nome se coloque na disputa. "Quem quisesse ser candidato tinha que ter se apresentado aqui (na reunião do diretório)", declarou.
A data é limite para que o PP entregue os cargos que ocupa nas secretarias de Transporte, com Pedro Westphalen, e da Agricultura, Pecuária e Irrigação, com Ernani Polo. Ambos são deputados estaduais. Otomar Vivian, que hoje preside o Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul (Ipergs), também sairá do cargo.
Na Assembleia Legislativa, o PP já definiu indicativo para que os parlamentares votem favoravelmente à proposta do governo para a adesão ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF). A proposta conta hoje com uma emenda protocolada pelo deputado Sérgio Turra (PP), e a sigla espera que o governo não peça prioridade da pauta para votação do texto principal primeiro, o que prejudicaria a emenda. Ainda assim, a orientação é de apoio. "Não é o projeto ideal, mas é o possível. Imagino que, se ganharmos a eleição, teremos um respiro de ao menos três anos", sustenta Bernardi.
Heinze, um dos pré-candidatos, defende uma proposta de governo que identifique no orçamento do Estado as dívidas que se tem hoje e como enfrentar o tema. "Como começar a governar com a situação que o Estado está vivendo?", questiona. Já Weck, que se lança pela primeira vez à pré-candidatura a um cargo eletivo, entende que a prioridade do PP agora deve ser a candidatura própria. "Secundariamente, importa o candidato. Antes, eu sou um progressista", defende.
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