Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 01 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Política

CORRIGIR

governo federal

Alterada em 01/02 às 12h45min

É preciso dar 'tempo ao tempo', diz Temer sobre baixa popularidade em pesquisas

Apenas 6% dos entrevistados consideram que o peemedebista faz um governo bom ou ótimo

Apenas 6% dos entrevistados consideram que o peemedebista faz um governo bom ou ótimo


ALAN SANTOS/PR/FOTOS PÚBLICAS/JC
O presidente Michel Temer comentou rapidamente nesta quinta-feira (1) o resultado das pesquisas recentes, que mostram sua baixa popularidade. Ao ser questionado sobre o impacto das avaliações negativas no seu governo e na agenda de reformas, Temer respondeu: "Vamos dar tempo ao tempo". A declaração aconteceu na chegada do presidente ao Supremo Tribunal Federal (STF) para participar da sessão solene de abertura do Ano Judiciário.
De acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (31) 70% dos brasileiros avaliam o governo de Michel Temer como ruim ou péssimo. Apenas 6% dos entrevistados consideram que o peemedebista faz um governo bom ou ótimo.
A cerimônia da abertura do Ano Judiciário acontece em meio a uma crise institucional causada por decisões judiciais que desagradaram o Executivo, como o veto à posse da deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) como ministra do Trabalho.
Auxiliares do presidente Temer dizem que, apesar do desgaste em torno da nomeação da deputada, o governo não vai voltar atrás na batalha para manter a prerrogativa constitucional do presidente em nomear ministros.
A avaliação no Planalto é que o Judiciário está politizando uma situação e que o governo não pode voltar atrás para não abrir um precedente ainda maior na crise institucional.
CORRIGIR
Seja o primeiro a comentar esta notícia