Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Opinião

COMENTAR | CORRIGIR

artigo

Notícia da edição impressa de 16/02/2018. Alterada em 15/02 às 22h20min

A inevitabilidade da estratégia

Alex Pipkin
Mudança constante, quarta revolução industrial e globalização. Nesse cenário hipercompetitivo, como ganhar dinheiro sistematicamente? Por meio da estratégia competitiva. Para Porter, estratégia é a busca de uma posição favorável dentro de uma indústria. É como a empresa se defende e molda forças competitivas em seu favor. Contudo, ofertar o que outros estão fazendo, com custos menores, ou algo distinto, cobrando maiores preços, parece-me insuficiente. Criar um modelo de negócios inovador é aludido como receita para lucrar. Correto, mas ainda falho. Definitivamente, é preciso fazer algo novo. Paradoxalmente, cuidado com o novo. Esse não surge de qualquer inovação. Deve ser construído encima daquilo que se faz de melhor e de onde se inova. Transformador é a "velha" e premente necessidade de reagir as possibilidades emergentes no negócio que se domina. Deve-se empregar a antiga receita de entender o que o cliente precisa, num processo incessante de feedbacks, visando adaptar, aperfeiçoar e criar uma solução para o trabalho do cliente.
A pressão competitiva exige um relacionamento íntimo com o cliente para se acelerar a tomada de decisão quanto ao desenvolvimento de produtos/serviços que resolvam seus problemas. Igualmente urgente, é o fato de que para se lucrar, é imperativo integrar e colaborar com parceiros de negócios na cadeia de valor. Não parece haver outra saída. A inovação e o crescimento lucrativo extrapolam as fronteiras da organização e dependem da integração e coordenação em toda a cadeia.
Enfim, é preciso inovar encima daquilo que a empresa já faz, implementando alguma inovação ao longo da sua cadeia de valor. Contínua ruptura demanda. Crucial é a velha prescrição de enxergar tudo que a empresa faz através dos olhos do cliente. Trivial, mas surpreendentemente incomum!
Professor da Unisinos e consultor empresarial
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia