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Porto Alegre, quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 15/02/2018. Alterada em 15/02 às 14h22min

Auxílio-moradia

O auxílio-moradia para juízes (matéria Não cabe discussão moral do auxílio-moradia, diz Vera Deboni, Jornal do Comércio, edição de 12/02/2108) só se justifica quando ela passa a morar em outra cidade e mesmo assim existem controvérsias, pelos rendimentos que os magistrados recebem. (Celso Ramos, Além Paraíba-MG)
Segurança
Sem segurança nada funciona (sobre nota Uma bela vista, coluna Começo de Conversa, Jornal do Comércio, edição 14/02/2108). Novos empreendimentos no seu planejamento e projeto, a segurança é tema importante. Nas próximas eleições esse vai ser tema muito relevante. Vamos ver como é que o eleitorado verá o discurso de suas excelências. (Reni Puls, Porto Alegre)
Imbé
Sobre a nota Um triste fim - coluna Começo de Conversa do Jornal do Comércio, edição de (6/02/2018), morei 14 anos em Balneário Camboriú, de março até o final de novembro. Com exceção da Coca-Cola e do carvão, lá é tudo mais barato do que no Rio Grande do Sul. (Paulo Roberto Brambilla, Capão da Canoa)
Curiosidade
Fiquei muito curioso, mas não tive a minha curiosidade saciada. Em 99 dos 100 desfiles mostrados à exaustão pelas redes de televisão abertas e fechadas, sempre aparecia um grupo protestando veementemente com o grito de Fora, Temer! Gostaria que o jornalista que cobria o evento perguntasse a eles qual seria a opção desejada no momento! Sugestões: volta, Dilma! Lula, o condenado, já! Rodrigo, Botafogo, Maia, já! Cármen Lúcia preocupada, já! Outras sugestões? Mensagens para a redação do jornal! (Marco Antonio Esteves Balbi, Rio de Janeiro)
Solução
Solução à vista para moralizar o Brasil, basta nas próximas eleições elegermos somente candidatos fichas limpas. E, é claro, com algum histórico de qualificações, idoneidade e descomprometimento com grupos de influências econômicas ou com a transgressão, contrabando, drogas, armas e seitas, que fazem lavagens cerebrais nos seus simpatizantes. O Brasil tem jeito sim, o que temos que fazer e sair da zona de conforto e assumir nosso status de cidadãos (como fazem em outros países), cobrar transparência e trabalho dos políticos, que são pagos por nós. Servir o povo e não como vem ocorrendo, políticos e funcionários graduados se banqueteando com mordomias, auxílios e bolsas de todo tipo, que chegam a consumir mais de R$ 1 bilhão por ano, sendo que já recebem altos e polpudos salários, planos de saúde e aposentadorias integrais. (Ramiro Nunes de Almeida Filho, representante comercial, Porto Alegre)
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