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Porto Alegre, quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado de capitais

Notícia da edição impressa de 23/02/2018. Alterada em 22/02 às 20h54min

Lucro do BB teve alta de 54,2% em 2017 com queda de provisão contra calote

O Banco do Brasil (BB) viu seu lucro líquido ajustado - que exclui efeitos de receitas e despesas extraordinários - crescer 54,2% no ano passado, para R$ 11,1 bilhões, com redução da provisão contra calotes de clientes e aumento das receitas com prestação de serviços.
O banco - o maior do País em ativos - informou que seu lucro líquido cresceu 82,5% no quarto trimestre, para R$ 3,188 bilhões. Paulo Caffarelli, presidente do BB, atribuiu o bom desempenho do banco público no ano à contenção de despesas e à melhora do cenário de inadimplência no País, o que possibilitou que o Banco do Brasil cortasse as provisões mantidas contra devedores duvidosos.
Em 2017, as reservas contra inadimplência de clientes caíram 19,9% na comparação com o ano anterior, para R$ 25,3 bilhões. Em um ano, a redução foi de quase R$ 6,3 bilhões. "Trabalhamos muito a questão de como vai se formar o mix da carteira de crédito. Não crescemos em pessoa jurídica no ano passado, tínhamos safras ruins (de risco) e fizemos um clean up (uma limpeza) das operações com large corporate (grandes empresas)", afirmou Caffarelli. "É um trabalho focado que vamos fazer neste ano."
A decisão de reduzir a provisão ocorreu mesmo com uma leve alta da inadimplência no banco na comparação anual. O BB encerrou 2017 com índice de atrasos acima de 90 dias em 3,74% - um ano antes, estava em 3,29%. Mas a trajetória é de queda, considerando o pico de 4,11% no segundo trimestre do ano.
 
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