Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

VAREJO

Notícia da edição impressa de 21/02/2018. Alterada em 20/02 às 22h27min

FCDL projeta crescimento de 4,5% para o comércio

Vitor Koch (ao centro) foi recebido na redação do Jornal do Comércio por Giovanni Jarros Tumelero e Mércio Tumelero

Vitor Koch (ao centro) foi recebido na redação do Jornal do Comércio por Giovanni Jarros Tumelero e Mércio Tumelero


CLAITON DORNELLES /JC
O ano de 2018 tem apresentado uma melhora significativa, até o momento, para o varejo do Estado. A avaliação é do presidente da Federação das Câmaras dos Dirigentes Lojistas (FCDL), Vitor Koch, que acredita que a economia e o consumo nacional ainda devem continuar sua expansão ao longo deste ano, o que culminaria em um fechamento de exercício com números significativos.
A projeção da entidade é que, em 2018, o varejo nacional atinja crescimento de 4,5% frente ao total do ano passado. "Precisamos ser francos e notar que a nossa base de comparação é baixa, mas essa é a retomada que necessitávamos para uma impulsão maior em 2019", relata Koch. No ano passado, em nível nacional, o varejo cresceu 4%.
O presidente, porém, lembra que o sucesso econômico de 2018 depende de uma boa escolha da população nas urnas em outubro. "Mesmo que não possamos esperar os candidatos mais brilhantes nas eleições, também parece que está afastada a possibilidade de lidar com os anacrônicos populistas que falam bonito, apesar de ignorarem as consequências reais de suas próprias palavras", pondera.
Koch lembra que há bastante tempo não havia um cenário favorável para a economia. "Os juros básicos atuais são os mais baixos desde a hiperinflação que acabou em 1994", aponta. Com esta conjuntura favorável, a avaliação do gestor é de que seriam necessários, ao menos, cinco anos para que as vendas do varejo se igualassem ao seu pico de 2013.
Koch esteve em visita ao Jornal do Comércio na tarde de ontem e foi recebido pelo diretor-presidente do JC, Mércio Tumelero, e pelo diretor de operações do JC, Giovanni Jarros Tumelero. 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia