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Porto Alegre, terça-feira, 20 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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aviação

Alterada em 20/02 às 16h31min

Demanda aérea doméstica sobe 2,7% em janeiro e oferta cresce 2,3%

Taxa de aproveitamento em voos domésticos foi a maior em janeiro desde 2000

Taxa de aproveitamento em voos domésticos foi a maior em janeiro desde 2000


PAULO PINTO/FOTOS PÚBLICAS/DIVULGAÇÃO/JC
A demanda por transporte aéreo doméstico (medida em passageiros-quilômetros pagos transportados, ou RPK) cresceu 2,7% em janeiro ante igual mês de 2017, informou a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). No mesmo período, a oferta de assentos (assentos-quilômetros ofertados, ou ASK) subiu 2,3%.
Com isso, a taxa de aproveitamento em voos domésticos atingiu 84,6%, o maior nível para o mês de janeiro na série histórica, iniciada em 2000. Na comparação anual, a taxa foi 0,4% maior, configurando a sexta alta consecutiva. No mês passado, foram transportados 8,7 milhões de passageiros pagos em voos domésticos, variação positiva de 2,1% em relação a janeiro de 2017.
A Gol e a Latam permaneceram na liderança no mercado doméstico no primeiro mês deste ano, com 38,6% e 30,2%, respectivamente, da demanda. A Azul alcançou participação de 18,1% no período, enquanto a Avianca respondeu por 12,7%. "Assim, a participação consolidada das empresas concorrentes das duas líderes foi de 31,2% em janeiro de 2018, que representou aumento de 3,0% na comparação com o porcentual apurado em igual mês do ano anterior", afirma a Anac.
No segmento de carga paga e correio, o transporte doméstico alcançou 32,32 mil toneladas em janeiro, uma alta de 14,8% ante o apurado em igual mês de 2017.
A demanda internacional das aéreas brasileiras subiu 14,2% em janeiro na comparação anual, ao mesmo tempo em que a oferta cresceu 16,4%. No mês, foram transportados 913 mil passageiros pagos em voos internacionais. Segundo a Anac, todos esses indicadores alcançaram o seu maior nível para um único mês na série histórica. Por sua vez, a taxa de aproveitamento dos assentos em voos de empresas brasileiras no mercado internacional atingiu 85,7% no mês, 1,9% abaixo do verificado em janeiro de 2017.
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