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Porto Alegre, quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Energia

15/02/2018 - 17h07min. Alterada em 15/02 às 17h27min

Consumo de energia caiu até 0,6% no horário de verão no Rio Grande do Sul

Redução do consumo na base da CEEE abasteceria uma cidade como Torres

Redução do consumo na base da CEEE abasteceria uma cidade como Torres


LUIZA PRADO/JC
O horário de verão, que termina neste fim de semana, gerou redução de consumo de energia no Rio Grande do Sul. A projeção da economia foi divulgada nesta quinta-feira (15) pelas três companhias que abastecem o Estado. O recuo foi de 0,57% nas concessionárias RGE e RGE Sul, pertencentes ao grupo CPFL, e de 0,6% na CEEE.   
A estatal gaúcha, que atende Porto Alegre e outros 71 municipais entre Litoral Norte e Sul, apontou ainda que a redução chegou a 1,68% nos horários de pico, entre 19h e 22h, no horário de verão (no período normal vai das 18h às 21h). O recuo geral foi equivalente às necessidades de energia de uma cidade com 40 mil habitantes. 
É a 47ª edição do horário de verão no Brasil, que termina à zero hora deste domingo (18), teve duração de 126 dias. Neste dia, os relógios devem ser atrasados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Distrito Federal.
A redução de 0,57% entre a RGE e RGE Sul significou 107.994 MWh, energia suficiente para atender uma cidade como Caxias do Sul por 24 dias ou São Leopoldo durante 49 dias. A RGE estima uma redução da ordem de 0,22% nas 255 cidades de abrangência, economia que deve chegar a 4.570 MWh até este sábado (17). O volume é suficiente para atender uma cidade do porte de Passo Fundo por três dias ou Bento Gonçalves durante quatro dias. No período de pico, há expectativa é que a redução chegue a 3,09% na demanda de energia.
A RGE Sul estima uma redução de 0,16% no consumo nas 118 cidades de abrangência. Essa economia de consumo alcançará 4.400 MWh, que atenderia uma cidade do porte de Canoas por um dia e poderia garantir o abastecimento de Santa Maria por três dias. No período de pico, há expectativa de uma redução de 3,16% na demanda de energia.
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