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Porto Alegre, quarta-feira, 07 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 07/02 às 17h05min

Juros longos reduzem queda e fecham perto da estabilidade, após acordo nos EUA

A poucos minutos do fim da sessão regular, os juros futuros de longo prazo reduziram a queda mostrada ao longo do dia e fecharam perto da estabilidade, em linha com a aceleração do avanço do rendimento dos Treasuries e do dólar. Este movimento, por sua vez, ocorreu depois da informação de que os líderes bipartidários no Congresso do Estados Unidos anunciaram acordo de 2 anos para o orçamento, o pode evitar a paralisação da máquina administrativa. Em dia de decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), as taxas de médio e curto prazo fecharam em ligeira queda nesta quarta-feira (7) com alguns investidores apostando na continuação do ciclo de baixa da Selic em março.
A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 fechou em 6,805%, ante 6,830% no ajuste anterior, e a do DI para janeiro de 2020 passou de 8,07% para 8,05%. O DI para janeiro de 2021 encerrou com taxa de 8,87%, de 8,91%. A taxa do DI para janeiro de 2023 terminou em 9,57%, de 9,59%, e a do DI para janeiro de 2025 em 9,91%, de 9,92%.
No período da tarde desta quarta-feira, nos Estados Unidos, os líderes no Senado dos partidos Republicano, Mitch McConnell, e Democrata, Chuck Schumer, apresentaram acordo orçamentário de dois anos de cerca de US$ 400 bilhões que vai destinar recursos ao Pentágono e programas sociais do governo. Caso seja aprovado pelos legisladores, o pacto vai evitar a paralisação do governo. Às 16h28, o dólar à vista subia 1,15%, aos R$ 3,2801, e o yield da T-Note de dez anos projetava 2,838%, de 2,796% no fim da tarde de terça-feira.
Na maior parte do dia, contudo, os juros futuros de longo prazo estiveram em queda moderada, ainda sob a percepção que prevalecia desde a terça nos mercados de que o movimento de correção das bolsas na noite de segunda-feira havia sido exagerado.
Quanto ao Copom, as apostas seguem cravadas num corte da taxa de 7,00% para 6,75% no período da noite e o mercado aguarda qual será a sinalização para a reunião de março. O cenário-base para março é de manutenção da taxa, em especial após a turbulência recente nos mercados. Até por isso, alguns players estão vendo oportunidade de ganho caso os diretores indiquem haver ainda algum espaço para alívio na reunião do mês que vem.
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