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Porto Alegre, segunda-feira, 05 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Petróleo

Notícia da edição impressa de 06/02/2018. Alterada em 05/02 às 20h41min

Petrobras manterá política de reajuste, afirma Pedro Parente

Valor dos combustíveis vem sofrendo alterações diárias desde junho

Valor dos combustíveis vem sofrendo alterações diárias desde junho


/MARCO QUINTANA/JC
O presidente da Petrobras, Pedro Parente, disse ontem que a estatal vai manter a sua atual política de reajuste de combustíveis, em vigor desde o dia 30 de junho de 2017, com alterações diárias. "Não temos poder de formar preço. O petróleo é uma commodity internacional que tem sua formação de preço pelo mercado", afirmou. "A Petrobras não pode correr o risco de impor distorções em seu balanço praticando preços diferentes da realidade internacional. Não podemos fazer isso", afirmou.
O presidente da Petrobras destacou, porém, que o preço praticado pela empresa nas refinarias representa apenas um terço do valor cobrado dos consumidores. "O problema certamente não está nesse um terço, que é uma parcela menor do que o valor total. Certamente, a questão não é a Petrobras", disse.
Parente esteve em Brasília ontem discutindo com o governo a renovação do conselho de administração da companhia. Segundo ele, o mandato dos atuais conselheiros vence em abril, e a data de realização da assembleia que elegerá os novos membros está próxima. "Basicamente, estaremos renovando o conselho. Serão poucas modificações, se houver, mas elas podem acontecer", afirmou após se reunir com o ministro de Minas e Energia (MME), Fernando Coelho Filho.
Uma das mudanças será a da titular da vaga no conselho dos representantes dos empregados, que, de acordo com ele, não teria demonstrado interesse em continuar no colegiado.
O mandato de Pedro Parente como presidente da Petrobras vai até abril de 2019, mas também deve ser formalmente renovado pelo conselho no mesmo período.
Sobre cessão onerosa, o executivo disse que a reunião de negociação entre governo e Petrobras está marcada para amanhã. Parente esclareceu, porém, que não é membro da comissão. "Depois que o processo de negociações começou formalmente, entendo que o melhor é não falar sobre esse assunto para respeitar as negociações", disse ao ser questionado se a revisão do contrato de cessão onerosa será paga em dinheiro, como afirmou o secretário de Petróleo e Gás do MME, Marcio Félix, na semana passada.
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