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Jornal do Comércio

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Construção civil

01/02/2018 - 16h21min. Alterada em 01/02 às 16h21min

Vendas do varejo de material de construção crescem 3% em janeiro, diz Anamaco

As vendas do varejo de materiais de construção subiram 3% em janeiro, na comparação com o mesmo mês de 2017. Frente a dezembro, o setor registrou queda de 9%, segundo dados divulgados nesta quinta-feira, 1º de fevereiro, pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco).
As vendas do varejo de materiais de construção subiram 3% em janeiro, na comparação com o mesmo mês de 2017. Frente a dezembro, o setor registrou queda de 9%, segundo dados divulgados nesta quinta-feira, 1º de fevereiro, pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco).
De acordo com o estudo, entre as categorias pesquisadas, tintas foi a que apresentou a maior queda em relação a dezembro (-30%), seguida por revestimentos cerâmicos (-9%). Já telhas de fibrocimento e cimentos tiveram desempenho estável no período.
"Tradicionalmente, janeiro é um mês bastante difícil para o nosso setor. Além de ser um período de chuvas, que não favorece a realização de obras, ainda é época de férias escolares. Fora isso, com o início do ano chegam os impostos e muita gente que viajou em dezembro e janeiro acaba reduzindo os gastos no início do ano para compensar", lembra, em nota, o presidente da Anamaco, Cláudio Conz.
Pelo levantamento da Anamaco, todas as regiões do País apresentaram variações negativas em janeiro, na comparação com dezembro. No Nordeste as vendas caíram 16%, já no Sudeste 9%. No Centro-Oeste a retração foi de 6%, no Sul 4% e no Norte 3%.
Para fevereiro, os lojistas estão divididos quanto às suas expectativas: 30% acham que as vendas vão cair e 32%, que vão crescer.
Ainda assim, a pesquisa da Anamaco indicou que predomina o otimismo do setor com relação às ações do governo nos próximos 12 meses (41%). Já a pretensão de realizar investimentos no mesmo período ficou estável no período, e aumentou a intenção de contratar funcionários na comparação com o primeiro mês do ano (de 12% para 16%).
Neste ano, a Anamaco espera que o setor cresça 8,5% sobre 2017, quando teve um faturamento de R$ 114,5 bilhões. Entre as razões para tal desempenho, a entidade aponta a redução das taxas de juros, da inflação e o aumento do emprego.