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Porto Alegre, quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Cultura

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Música

27/02/2018 - 23h29min. Alterada em 28/02 às 09h43min

Fãs se deliciam com músicas de maior sucesso do britânico Phil Collins no Beira-Rio

O show de Phil Collins contou com a abertura da banda The Pretenders

O show de Phil Collins contou com a abertura da banda The Pretenders


MARIANA CARLESSO/JC
Cristiano Vieira
Apesar de cantar o tempo todo sentado e se apoiar em uma bengala para chegar ao centro do palco, Phil Collins provou ontem, no estádio Beira-Rio, por que é um hitmaker. A potente voz do britânico de 67 anos continua afinada, para delírio dos fãs que resistiram à chuvarada que castigou Porto Alegre no início da noite.
O músico britânico entrou no palco às 21h40min, cantando sucessos como Against all odds, Another day in Paradise e Dance into the light. Uma verdadeira viagem sonora aos anos 1980, época em que Collins reinava nas paradas – a viagem no tempo incluiu, claro, canções da sua ex-banda Genesis, como Invisible touch.
Mas antes de tudo, sim, veio ela, a chuva, e com ventos fortes. Muita gente se abrigou em postos de gasolina próximo ao estádio quando tudo começou, por volta de 18h30min. E assim passaram cerca de 45 minutos, até que o aguaceiro terminasse. Quem lucrou foram os vendedores de capas de chuva – R$ 5,00 cada.
Antes de Collins, coube aos Pretenders de Chrissie Hynde aquecer a plateia. Esforçada na comunicação, Chrissie saudou o público várias vezes e despejou hits como Don't get me wrong. A banda mostrou porque atravessou as últimas décadas como um dos nomes mais importantes do pop rock internacional.
Se não faltaram clássicos na noite, faltou público – na pista premium, desde o show dos Pretenders, o espaço vazio era enorme. Na pista comum, logo atrás, embora os fãs mais fervorosos se espremessem na frente, um olhar por cima também visualizava grandes áreas vazias. Nas cadeiras, a situação era melhor.
Alô produtoras, que tal dimensionar melhor o show? Tanto Elton John quanto Aerosmith, recentemente, fizeram shows memoráveis no formato anfiteatro, menor. Não é demérito nenhum para o artista nem para a plateia. Assim, não seria preciso vender ingressos pela metade do preço com código promocional na tentativa de lotar o Beira-Rio. Não deu certo.
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