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Porto Alegre, domingo, 28 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Política

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Assembleia Legislativa

Notícia da edição impressa de 29/01/2018. Alterada em 28/01 às 23h55min

Base aliada planeja inverter ordem e priorizar Recuperação Fiscal

AL poderá votar adesão à RRF e PECs que permitem privatizar estatais

AL poderá votar adesão à RRF e PECs que permitem privatizar estatais


MARCELO G. RIBEIRO/JC
Depois de vencer os movimentos da oposição para barrar o requerimento solicitando o retorno antecipado do recesso parlamentar para apreciar o projeto de lei complementar Regime de Recuperação Fiscal (RRF) e as três Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que autorizam a concessão sem plebiscito da CEEE, Sulgás e CRM, o governo terá uma outra articulação a fazer: inverter a ordem da pauta do dia, que prevê a votação das PECs primeiro e não o RRF, como pretende priorizar o Executivo.
Em jantar com jornalistas ontem à noite na ala residencial do Palácio Piratini, o governador José Ivo Sartori (PMDB) disse esperar que a Assembleia Legislativa "cumpra o seu papel" e coloque em votação o RRF. O chefe da Casa Civil, Fábio Branco (PMDB), também presente no jantar em formato de coletiva de imprensa, criticou a tentativa da oposição de obstruir a votação. Segundo ele, a medida não teria efeito por muito tempo, já que o RRF passa a trancar a pauta na próxima semana.
O líder do governo na Assembleia, Gabriel Souza (PMDB), também convocado para o jantar, acredita que, com as manobras protelatórias já anunciadas pela oposição, o RRF comece a ser analisado em plenário apenas na sessão de terça-feira. Principal articulador do governo na Assembleia, Souza informou que vai tentar aprovar a realização de sessões nos dois turnos para garantir a apreciação das matérias.
Em relação às PECs, o líder do governo disse que dará ênfase para a que envolve a Sulgás, por considerar que em torno desta estatal já está mais adiantado o trabalho de convencimento com os deputados. Garantida a aprovação de uma das PECs, a estratégia é apresentar uma emenda para incluir uma segunda estatal e eventualmente uma terceira, se o ambiente no plenário se mostrar favorável. Souza não quis adiantar qual seria a ordem de prioridade entre CEEE e CRM.
"Vai depender de como for o debate em plenário". O governador tampouco fez essa sinalização quando questionado pelos jornalistas: "As três são prioritárias". Próximo do encerramento do jantar com a imprensa, quando perguntado sobre alternativas a uma eventual derrota dos projetos, especialmente o que trata do RRF, Sartori foi taxativo: "Não tem plano B". 
> Governo tentar votar RRF e PECs das privatizações
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