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Porto Alegre, domingo, 21 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Política

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Operação Lava Jato

Notícia da edição impressa de 22/01/2018. Alterada em 21/01 às 21h38min

Organizadores de atos em São Paulo contra e a favor de Lula não conseguem entrar em acordo

Com foco em São Paulo e em Porto Alegre, atos contra e a favor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão sendo marcados para esta quarta-feira, quando o petista será julgado no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). Assim como caravanas previstas para chegar à capital gaúcha já a partir desta terça-feira, grandes movimentos se mobilizam para levar milhares de pessoas à avenida Paulista, onde um telão poderá ser instalado para acompanhar os votos dos desembargadores.
De um lado, a Frente Brasil Popular, que une entidades como a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), além do próprio PT, estão organizando manifestações na capital paulistana, assim como acampamentos em Porto Alegre. De outro, o Movimento Brasil Livre (MBL) e o Revoltados On Line convocam seguidores para o ato "em defesa da justiça".
Para os atos na Paulista, a Polícia Militar tentou costurar um acordo, mas os lados antagônicos acabaram em impasse. O grupo contrário ao ex-presidente quer começar seu ato às 10h - uma hora e meia depois de iniciado o julgamento - e deixar a avenida por volta das 20h.
A Justiça não autorizou a CUT a também realizar um protesto na Paulista. Os militantes que defendem o petista vão, então, começar a manifestação na Praça da República, às 17h, com discursos, e, depois, caminhar até o Masp.
Em comunicado divulgado à imprensa, a Frente Brasil Popular diz que as entidades que a compõem "não abrirão mão da caminhada democrática na tradicional avenida".
Marcello Reis, do Revoltados On Line, prevê que o ato continue até as 20h. "Se a CUT for para a Paulista, a confusão estará decretada", alerta Marcello Reis, que afirma ser impossível fazer um acordo com a entidade.
"Inabilitar o Lula a disputar a presidência é antecipar o resultado eleitoral no tapetão. É contra isso que iremos protestar", diz, por sua vez, Raimundo Bonfim, coordenador da Central de Movimentos Populares e integrante da coordenação da Frente Brasil Popular.
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