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Porto Alegre, sexta-feira, 26 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 26/01/2018. Alterada em 25/01 às 22h06min

Sobre a Previdência

Guilherme Silveira Procianoy
O ano de 2017 acabou, e 2018 começou. Com o Congresso em recesso, o projeto da reforma da Previdência sumiu dos telejornais, mas não da cabeça dos brasileiros. Muito se discute sobre isso em encontros entre amigos, em refeições familiares e nas escolas, mas ninguém sabe ao certo o que vai passar e o que não vai nessa reforma. Aliás, como nós brasileiros gostamos do nome reforma, não é? Tudo que o governo muda, ou tenta mudar, é chamado de reforma, mas o que o governo não se deu conta ainda é que reformas são caras e trocam seis por meia-dúzia.
Mas enfim, o que nós jovens pensamos sobre isso? Alguns pensam que a reforma vai ser horrível, pois assim nós só iremos nos aposentar com mais de 65 anos, mas eu penso diferente. Imagine se agora esse projeto não passa. É possível que, no futuro, nossos avós parem de receber suas aposentadorias e que nossos pais nunca se aposentem, por conta desse rombo enorme. Se isso acontecer, nós teremos que bancá-los para o resto da vida ou deixá-los debaixo da ponte. Nós, jovens que ainda não entramos no mercado de trabalho, podemos optar por outras formas de aposentadoria, como previdência privada.
Essa reforma não vai solucionar para sempre, mas vai dar uma sobrevida. Podemos escolher entre aprovar agora esta mudança e dar um gás para a Previdência para que nossos avós e pais recebam a tão sofrida e lutada aposentadoria ou acabar com ela de vez, deixando nossos antepassados a ver navios. Essa escolha é sua e do seu parlamentar.
Estudante
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Comentários
Daniel Pereira DAlascio 26/01/2018 11h58min
Prezado Guilherme Silveira Procianoy nnA previdência não está quebrada. Existem basicamente três fatores que deixaram as contas da previdência no vermelho. A grave crise, que faz com que tenhamos mais de 15 milhões de desempregados e por conseqüência caia a arrecadação (não há o pagamento por parte patronal nem desses desempregados), a corrupção como fraudes em benefícios, e por fim isenções maliciosas, que fazem com que até bancos não paguem o verdadeiro valor devido. Por tanto não te preocupes, essa reforma não é necessária, ela é uma falácia. O que o Temer quer é cortar a cabeça dos trabalhadores e colocar em praça pública para as empresas privadas venderem seus plano de previdência, e salvem-se quem puder. Não é qualquer um que pode pagar uma previdência privada e ela exige continuidade no emprego, pois onde vai sair os recursos para pagá-la?nCom relação a idade, tu és muito jovem, não quero te assustar, mas depois dos quarenta anos é difícil arrumar emprego, o que tem é bico, que dirá aos sessenta anos.nPobre de ti, se dependeres de emprego até lá. E tem mais um detalhe na idade! Vamos pegar os vinte últimos anos; Do segundo mandato do FHC para cá. Tivemos várias crises financeiras, vamos a elas: Quatro anos no segundo mandato do governo FHC, inclusive por conta do apagão que parou a indústria. Dois anos pelo menos do governo lula, que me lembro bem da bolha imobiliária americana(crise mundial). Agora essa crise fiscal de quatro anos para cá. No total dez anos em vinte. Nesse raciocínio, deixarias de contribuir por dez anos em vinte Com que idade vamos se aposentar se faltou contribuição lá atrás?nnDaniel Pereira D`AlascionEngenheiro Eletricistan