Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 25 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

relações internacionais

Alterada em 25/01 às 16h01min

Qualquer plano de paz terá Jerusalém como capital de Israel, diz Netanyahu

Folhapress
O premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, afirmou nesta quinta-feira (25) em Davos, na Suíça, que quaisquer acordos de paz negociados entre palestinos e israelenses deve prever soberania israelense sobre uma Jerusalém unificada.
"O único momento em que as três religiões, cristianismo, judaísmo e islamismo, puderam exercer sua fé com liberdade em Jerusalém foi sob soberania de Israel", afirmou o premiê durante conversa com Fareed Zakaria em evento durante o Fórum Econômico Mundial no resort suíço.
Com isso, o premiê israelense descartou a possibilidade de um Estado palestino com capital em Jerusalém Oriental, como reivindicam os palestinos.
No entanto, o consenso internacional e as negociações de paz em curso têm por base a solução de dois Estados, um israelense e um palestino, sendo este baseado em Jerusalém Oriental.
Netanyahu também descartou a possibilidade de um outro mediador nas negociações de paz que não sejam os EUA. Autoridades palestinas disseram que não querem mais ter os EUA como mediador depois que o governo do presidente Donald Trump decidiu reconhecer Jerusalém como capital de Israel e transferir para lá, de Tel Aviv, sua embaixada.
"Não há outro mediador que não os EUA", disse Netanyahu.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia