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Porto Alegre, segunda-feira, 29 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Geral

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Saúde

Notícia da edição impressa de 30/01/2018. Alterada em 29/01 às 22h54min

Após obras, Hospital de Clínicas prevê contratar 670 servidores

Com 82% dos trabalhos finalizados, ampliação fica pronta até dezembro

Com 82% dos trabalhos finalizados, ampliação fica pronta até dezembro


/CLAITON DORNELLES/JC
Isabella Sander
As obras de ampliação do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) vão de vento em popa. Quando as novas unidades ficarem prontas, contudo, a ampliação das vagas pode não acontecer - a triplicação de leitos de internação e a duplicação de leitos no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) dependem da contratação de pessoal, ainda não autorizada pelo governo federal. O projeto prevê o chamamento de 670 novos funcionários, especialmente de pediatria e geriatria.
Segundo Fernando Martins Pereira da Silva, engenheiro responsável pelas obras no Clínicas, o hospital está mantendo conversas com o Ministério do Planejamento, que faz a liberação de contratação de pessoal. "Mas agora é um período em que não querem nem tocar no assunto de novos gastos", explica. Até ser liberado, o aumento da capacidade de atendimento ficará embargado.
Mesmo sem as novas contratações, Silva considera que já haverá ganhos com a inauguração dos anexos I e II, uma vez que alguns setores poderão ser remanejados e terão mais espaço. A recepção do ambulatório, por exemplo, será mais facilmente transferível para o anexo II, uma vez que não depende de pessoal nem de equipamentos médicos. As outras áreas a serem realocadas para os prédios novos serão definidas nos próximos meses, conforme necessidades levantadas por um grupo de trabalho.
Inicialmente prevista para terminar em novembro de 2017, a ampliação do Clínicas sofreu um contingenciamento de recursos repassados pelo governo federal e precisou ter seu cronograma reorganizado. Atualmente com 82% de sua obra concluída, a previsão de término da construção é até julho. O anexo II, mais avançado, deve ser concluído até o final de março. "A União nos pediu para ampliarmos o prazo de conclusão, e aí fizemos uma suavização. O prazo final oficial é dezembro de 2018, mas, como o Ministério da Saúde remanejou seu orçamento e não nos faltaram mais recursos, não tivemos problemas e continuamos tocando a execução", explica o engenheiro.
Com a parte civil encerrada, a obra entra em sua fase de condicionamento, na qual acessórios - como ar-condicionado -, que, em um hospital, também são pensados pela engenharia, começam a ser instalados. Essa etapa deve demorar cerca de dois meses, sendo finalizada em setembro. Somente a partir daí será possível equipar os prédios com aparelhos médicos e remanejar departamentos.
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