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Porto Alegre, domingo, 14 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Geral

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Saúde

Notícia da edição impressa de 15/01/2018. Alterada em 14/01 às 21h25min

Frente parlamentar e Simers pedem ajuda ao governo para manter Beneficência Portuguesa

No momento, apenas dois pacientes estão internados no Beneficência

No momento, apenas dois pacientes estão internados no Beneficência


CLAITON DORNELLES /JC
A luta em defesa do Hospital Beneficência Portuguesa, um dos mais antigos de Porto Alegre, continua. Na semana passada, o deputado Pedro Ruas (PSOL), presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Beneficência Portuguesa, acompanhado da vice-presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), Maria Rita de Assis Brasil, se reuniu com o chefe da Casa Civil do Estado, Fábio Branco. No encontro, foi solicitado que o governo se responsabilize, de imediato, por 30 leitos, como forma de manter o hospital aberto.
No momento, apenas dois pacientes estão internados no Beneficência. "Com essas 30 vagas mantidas pelo Estado, seria possível manter o hospital aberto até que gestões mais complexas sejam concluídas", disse Ruas. Para Maria Rita, Porto Alegre não tem condições de perder essas 186 vagas hospitalares, uma vez que, nos últimos dois anos, perdeu 450 leitos. "Cerca de 40% dos atendimentos hospitalares na Capital são de pacientes do Interior. Precisamos garantir o uso para esses 30 leitos, mantendo o Beneficência aberto, enquanto uma solução definitiva seja encontrada", afirmou a médica.
O secretário estadual da Saúde, João Gabbardo dos Reis, também compareceu à reunião e destacou que o Estado tem interesse em dispor de 30 vagas para atendimento à saúde mental. "Já falamos com a Secretaria Municipal de Saúde, pois temos interesse em contribuir para uma solução que mantenha o hospital aberto", disse.
No final de 2017, Ruas esteve reunido com o secretário municipal de Saúde, Erno Harzheim, para discutir a possibilidade de reativação do convênio para atendimento pelo Sistema Único do Saúde (SUS). Uma das exigências do município é o ressarcimento de cerca de R$ 8 milhões que o hospital estaria devendo, por serviços pagos e não realizados.
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