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Porto Alegre, quinta-feira, 04 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Geral

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Segurança pública

Alterada em 04/01 às 16h35min

Ministra Cármen Lúcia fará 'blitz' em presídio goiano

Confronto em presídio com mortes comoveu população em Aparecida de Goiânia

Confronto em presídio com mortes comoveu população em Aparecida de Goiânia


Claudio REIS/O Popular/AFP/JC
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Cármen Lúcia, viaja no início da próxima semana a Goiás para fazer uma "blitz" no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia (GO), onde um confronto na última segunda-feira (1), entre detentos deixou nove mortos, sendo dois decapitados.
Cármen também vai agendar uma reunião em Brasília com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Torquato Jardim, e governadores dos 26 Estados e do Distrito Federal para tratar da crise penitenciária nacional. A solicitação foi feita pelo governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), com quem a presidente do Supremo conversou por telefone na última quarta-feira (3).
Na conversa, Perillo também pediu que Cármen se encontrasse com os chefes do Executivo, Legislativo e Judiciário do Estado de Goiás, além do procurador-geral de Justiça de Goiás, Benedito Torres, e da defensora pública-geral do Estado, Lúcia Silva Gomes.
Cármen deve ir ao Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia na próxima segunda-feira e visitar um outro presídio no Paraná no dia seguinte. Uma "blitz" no Acre também está nos planos para este mês.
Por determinação de Cármen Lúcia, foi realizada na última terça-feira uma inspeção no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia. O relatório encaminhado pelo TJ-GO constatou uma série de "precárias condições" da unidade, entre elas "a falta constante de água e luz nos pavilhões e as precárias acomodações, além da recorrente reclamação quanto a apreciação de benefícios suscitados pelos aprisionados".
Além disso, o documento aponta a existência de "relato de fortes indícios de conflito entre grupos rivais dentro da unidade" e destaca que um relatório produzido em 2015 já "alertava para a precariedade da situação do sistema de cumprimento de pena no regime semiaberto".
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