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Porto Alegre, domingo, 28 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Notícia da edição impressa de 29/01/2018. Alterada em 28/01 às 23h16min

Cresce a procura por fundos que replicam os índices da bolsa de valores

A escalada da bolsa - que só neste ano já acumula alta de quase 12% - fez crescer o interesse pela renda variável. Porém, tanto o risco como a quantidade de papéis disponíveis podem assustar o pequeno investidor. Para quem não tem conhecimento para montar uma carteira de ações diversificada - ou tem pouco capital para isso -, uma alternativa que vem ganhando força são os ETFs, espécie de porta de entrada para esse mercado a um custo acessível.
Os ETFs (Exchange Traded Funds, na sigla em inglês) são fundos que replicam índices e têm cotas negociadas em bolsa. Ao comprar uma cota de um ETF, o investidor terá um retorno quase idêntico ao índice que aquele fundo espelha. Por exemplo: para obter o mesmo retorno do Ibovespa - principal índice de ações da B3 -, em vez de comprar papéis das 61 companhias que hoje compõem o índice, o investidor pode adquirir uma cota do ETF Bova11.
Na última sexta-feira, a cota do Bova11 estava em R$ 82,57. O lote mínimo é de dez cotas. "O princípio do ETF é muito bom, porque permite a entrada em bolsa com um investimento inicial pequeno, já que, para entrar diretamente, sempre recomendamos alguns lotes de ações para diluir o risco da carteira", diz Conrado Navarro, especialista da Modalmais. Além do Bova11, ETF mais negociado, outros destaques são o Brax11, que segue o comportamento do Índice Brasil (IBrx-100) - com os 100 papéis mais negociados na bolsa - e o PIBB11, que espelha o IBrX-50, com as 50 companhias mais negociadas.
Na sexta-feira, o Ibovespa firmou-se no novo patamar histórico dos 85 mil pontos. No primeiro pregão após a condenação em segunda instância do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o índice à vista fechou na máxima, aos 85.530 pontos, e alta de 2,21%. Com isso, acumula ganhos de 5,31% na semana de apenas quatro dias de pregão. O volume financeiro, de R$ 16,1 bilhões, foi o dobro da média do mês. O dólar manteve-se na casa dos R$ 3,13.
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