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Porto Alegre, quarta-feira, 24 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura Internacional

Alterada em 24/01 às 15h39min

EUA culpam China por protecionismo, mas dizem não querer guerra comercial

Wilbur Ross disse EUA investigam país asiático por violações de propriedade intelectual

Wilbur Ross disse EUA investigam país asiático por violações de propriedade intelectual


Fabrice COFFRINI / AFP/JC
O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Wilbur Ross, culpou a China por atividades protecionistas, mas ressaltou que o governo de Donald Trump não está tentando inflamar uma guerra comercial da época da Grande Depressão.
Enquanto participa do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, Ross afirmou que as autoridades comerciais dos EUA continuam investigando possíveis violações de propriedade intelectual da China e verificam se esse é um caso para ação. Além disso, ele comentou que o Plano Tecnológico de 2025 de Pequim é uma "ameaça direta aos EUA". De acordo com o secretário de Trump, "Pequim é ótima em combinar retórica de livre comércio com ações protecionistas".
Na terça-feira (23), Trump assinou dois decretos, onde impõe tarifas a importações de máquinas de lavar e de painéis solares, que ferem, principalmente, produtores sul-coreanos e chineses. Ross rejeitou preocupações de guerra comercial e disse que os EUA desejam um ambiente comercial livre e justo. China e Coreia do Sul emitiram declarações que condenavam as tarifas impostas pelo governo Trump.
A Parceria Transpacífico (TPP, na sigla em inglês) também foi alvo de comentários de Ross. O ministro de Economia, Comércio e Indústria japonês, Toshimitsu Motegi, afirmou na terça-feira que o Japão e outros dez países chegaram a um acordo para reviver o TPP, que deve ser assinado em 8 de março, no Chile. Para Ross, "não houve apetite político" para a entrada dos EUA em um novo TPP.
Mais cedo, Ross havia fez comentários relacionados ao Tratado Norte Americano de Livre Comércio (Nafta, na sigla em inglês). De acordo com o secretário do Comércio dos EUA, algumas regras do acordo são arcaicas e, atualmente, elas não facilitam a produção.
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