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Porto Alegre, terça-feira, 23 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Agronegócios

Notícia da edição impressa de 24/01/2018. Alterada em 23/01 às 23h06min

Preço do leite ao produtor diminuiu 7,64% em 2017

O Conselho Paritário Produtores/Indústrias de Leite do Estado do Rio Grande do Sul (Conseleite-RS) apresentou, ontem, levantamento, realizado pela Universidade de Passo Fundo (UPF), indicando que 2017 foi o pior em 12 anos para o setor lácteo gaúcho. O estudo indica que o ano passado fechou com queda de 7,64% no valor de referência do leite recebido pelo produtor.
Ontem, o Conseleite divulgou levantamento sobre o preço de referência do leite. Para janeiro, o valor ficou em R$ 0,9079, 1,68% abaixo do consolidado de dezembro de 2017, que fechou em R$ 0,9234. O conselho promoveu, em dezembro passado, ajuste na pesquisa, atualizando parâmetros de forma a considerar as mudanças tecnológicas registradas na produção nos últimos anos.
Segundo o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Alexandre Guerra, os números refletem a sazonalidade da safra e uma pequena variação negativa de mercado. Além disso, lembra, reportam o reflexo da venda de leite ao governo dentro do Programa de Garantia de Preço Mínimo (PGPM), o que impactou o valor do leite em pó no período. Para o professor da UPF Eduardo Finamore, a tendência do valor de referência da matéria-prima leite é de recuperação gradual no longo prazo.
A posição é compartilhada pelo presidente do Sindilat, uma vez que o setor entra no período de menor produção do ano, entre os meses de fevereiro e março. "O produtor está ajustando suas contas, produzindo mais para compensar o impacto da redução de preço na sua receita. Para os próximos meses, a expectativa é que o leite tenha reação, principalmente em relação ao UHT, que vem tendo seus preços achatados no varejo", frisou Guerra. Contudo, o dirigente avalia que o consumidor está mais seletivo nas compras, buscando preços menores.
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