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Porto Alegre, terça-feira, 16 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado de Capitais

Notícia da edição impressa de 17/01/2018. Alterada em 16/01 às 21h15min

Ibovespa testa patamar dos 80 mil pontos

O Ibovespa rompeu ontem o nível dos 80 mil na pontuação intraday, mas perdeu esse patamar perto do final do pregão com a virada de mão do mercado acionário em Wall Street para o negativo. O índice à vista chegou a registrar 80.234 pontos, na máxima do dia, e fechou renovando recorde aos 79.831 pontos em leve alta de 0,10%.
Ainda assim, ao testar a nova máxima histórica - apenas oito pregões depois de ter passado a barreira dos 79 mil pontos - o índice mostra que os investidores deixaram no retrovisor tanto o rebaixamento da nota de crédito soberana pela agência de classificação de risco S&P Global quanto os alertas mais severos por parte da Moody's nessa semana.
Em alta na maior parte da sessão, o Ibovespa sustentou o recorde de maneira contida. Próximo ao final do pregão, o índice à vista retornou ao nível mais baixo em sintonia com a mudança de humor de seus pares em Nova Iorque.
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Dólar à vista fecha sessão com alta de 0,41%, cotado a R$ 3,2272

O dólar manteve-se em alta frente ao real por praticamente todo o pregão ontem, seguindo o movimento no exterior, e fechou no patamar de R$ 3,22. Após as perdas dos últimos dias, a moeda americana passou a sessão se recuperando ante moedas fortes, mas após as 17h inverteu a direção e passou a cair ante o euro e o iene, em meio à realização de lucros em Nova Iorque. A queda do petróleo foi um fator de pressão sobre o câmbio de países emergentes e ligados a commodities, mas apenas o real e o rublo recuavam ante a divisa americana. Com a agenda esvaziada, o cenário doméstico não chegou a influenciar as cotações.
O dólar à vista fechou em alta de 0,41%, a R$ 3,2272. O giro foi de US$ 587 milhões. No mercado futuro, o dólar para fevereiro subiu 0,23%, a R$ 3,2310. O volume foi de US$ 15,440 bilhões.
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