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Porto Alegre, segunda-feira, 15 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Indústria

15/01/2018 - 16h28min. Alterada em 15/01 às 16h32min

Indústria gaúcha tem alta de 1,5% nas exportações de 2017 ante ano anterior

Fábricas gaúchas registraram a terceira taxa negativa seguida, diz IBGE

Fábricas gaúchas registraram a terceira taxa negativa seguida, diz IBGE


CLAITON DORNELLES/JC
A indústria de transformação do Rio Grande do Sul terminou 2017 com aumento disseminado, mas pequeno em suas exportações, alcançando alta de 1,5% em relação a 2016 e totalizando US$ 12,6 bilhões. O resultado foi divulgado nesta segunda-feira (15), por meio de nota da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs). Em 2016, as vendas externas do setor caíram 2,3%.
As exportações totais no ano passado somaram US$ 17,8 bilhões, o que representa uma alta de 7,3% em relação a 2016. Esse avanço foi impulsionado pelo comportamento dos produtos básicos, que praticamente igualaram o recorde de 2013 da série histórica, ao embarcarem US$ 5,1 bilhões. A soja foi o principal destaque, com incremento de 22,8%.
Ao elevar suas compras por produtos gaúchos em 32,3%, o Mercosul foi a região que mais contribuiu para o aumento da demanda na indústria do Rio Grande do Sul. O principal importador foi a Argentina, com um incremento de 43,8% (um total de US$ 1,87 bilhão). Os demais países da América Latina que não integram essa área de livre comércio também ampliaram suas compras de maneira considerável: 12,3%.
“A elevação da demanda externa do Mercosul e dos demais países da América Latina, favorecida pelo cenário internacional positivo, foi fundamental para gerar esse crescimento. O resultado, no entanto, devolve apenas uma pequena fração das perdas sofridas pelo nosso setor nos últimos anos. Precisamos crescer 23,9% para retomar o nível que havíamos conquistado em 2011", explica o presidente da Fiergs, Gilberto Porcello Petry.
Das 24 categorias que registraram alguma operação de venda para o exterior no ano passado, 15 finalizaram em alta, oito caíram e uma manteve-se estável. As principais contribuições positivas para o setor secundário vieram de Veículos automotores, reboques e carrocerias (40,9%). Ao registrar o melhor ano de toda a série histórica, iniciada em 1996, embarcou US$ 1,44 bilhão. Químicos também se mostrou um setor de destaque, com elevação de 13,7%. Outros equipamentos de transporte, em função da ausência de exportações de plataformas de petróleo em 2017, ocorridas em 2016, caiu 94,6%. Celulose e papel e Alimentos recuaram 23,4% e 2,5%, respectivamente, em 2017.
No ano passado, as importações totais chegaram a US$ 9,9 bilhões, avanço de 19,4%. Na separação das mercadorias por categoria de uso, todos os subgrupos avançaram, especialmente Bens intermediários (16,6%), Bens de consumo (39,7%) e Combustíveis e lubrificantes (20,3%).
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