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Porto Alegre, quinta-feira, 04 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Agronegócios

Alterada em 04/01 às 11h59min

Agronegócio gaúcho cria mais de 4 mil empregos formais em novembro, mostra FEE

Estado registrou saldo positivo de empregos formais no setor pelo segundo mês consecutivo

Estado registrou saldo positivo de empregos formais no setor pelo segundo mês consecutivo


YASUYOSHI CHIBA/AFP/JC
O Rio Grande do Sul voltou a registrar saldo positivo de empregos formais no agronegócio, pelo segundo mês consecutivo. Em novembro, o número de admissões (14.570) foi superior ao de desligamentos (10.418), resultando na criação de 4.152 postos de trabalho com carteira assinada, informam os dados da Fundação de Economia e Estatística (FEE) divulgados nesta quinta-feira (4).
Assim como já havia acontecido em outubro, os três segmentos do agronegócio aumentaram o número de empregos em novembro. De acordo com a pesquisa, o resultado mais expressivo ocorreu no segmento “dentro da porteira”, formado por atividades características da agropecuária. Nesse segmento, o acréscimo de 2.243 postos foi liderado pelos setores de produção de lavouras permanentes e temporárias. O cultivo de frutas foi o que mais contribuiu para esse saldo, com a com mobilização expressiva de mão de obra para a colheita da maçã no município de Vacaria, resultando em mais 1.341 postos.
No segmento “antes da porteira”, que abrange as atividades dedicadas ao fornecimento de insumos, máquinas e equipamentos para a agropecuária, foram criados 1.283 postos de trabalho com carteira assinada. O maior saldo positivo foi no setor de produção de sementes e mudas certificadas, com mais 1.749 empregos, concentrado sobretudo em Cruz Alta, onde foram criados 1.729 empregos nesse setor.
Já os destaques negativos em novembro no segmento “antes da porteira” foram os setores de fabricação de adubos e fertilizantes (-266 postos) e de fabricação de tratores, máquinas e equipamentos agropecuários (-240 postos). O movimento ocorre devido ao avanço no ciclo vegetativo das culturas de verão, que faz com que o último trimestre do ano seja marcado pela redução da atividade da indústria de fertilizantes para uso agrícola. Segundo avaliação do economista Rodrigo Feix, coordenador do Núcleo de Estudos do Agronegócio da FEE, os últimos meses do ano também não costumam ser favoráveis para a criação de empregos na indústria de máquinas e implementos. “O encolhimento do quadro funcional das empresas do setor no RS também pode ser explicado pela queda de 11% na produção brasileira de máquinas agrícolas em novembro, como mostram as estatísticas da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea)”, explica, em nota.
No segmento “depois da porteira”, composto por atividades agroindustriais e de comércio atacadista, houve incremento de 626 postos de trabalho. Nesse segmento, foram criados 774 empregos no setor de fabricação de conservas e 417 empregos no setor de abate e fabricação de produtos de carne. Já o setor com maior saldo negativo foi o de comércio atacadista de produtos agropecuários e agroindustriais.
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