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Jornal do Comércio

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mercado financeiro

03/01/2018 - 21h15min. Alterada em 03/01 às 21h15min

Ata do Fed e dados dos EUA apoiam avanço do dólar ante rivais

Dados acima do esperado da economia dos Estados Unidos e a ata da reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) de dezembro apoiaram o dólar nesta quarta-feira (3), que abandonou o cenário baixista visto nos últimos dias em relação a outras moedas consideradas principais.
Dados acima do esperado da economia dos Estados Unidos e a ata da reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) de dezembro apoiaram o dólar nesta quarta-feira (3), que abandonou o cenário baixista visto nos últimos dias em relação a outras moedas consideradas principais.
No fim da tarde em Nova Iorque, o dólar subia para 112,46 ienes e o euro caía para US$ 1,2021. Já o índice DXY, que mede a moeda americana contra uma cesta de outras seis divisas, recuperou o nível dos 92 pontos e fechou o dia em alta de 0,32%, aos 92,162 pontos.
A ata da mais recente reunião de política monetária do Fed mostrou que os dirigentes da instituição debateram sobre a reforma no código tributário americano em dezembro e seu possível impacto na economia americana. Para eles, é possível que os cortes nos impostos forcem o banco central a acelerar o ritmo de aperto monetário. Apesar de cercadas de incerteza, as previsões foram suficientes para dar ainda mais força à moeda americana.
Desde o início do dia, o dólar avançava em relação a outras moedas consideradas fortes, como o euro e o iene, recuperando-se de seis sessões consecutivas de queda. O dólar ampliou o ritmo de alta no início da tarde, após o Instituto para Gestão de Oferta (ISM, na sigla em inglês) informar que o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial americano subiu de 58,2 em novembro para 59,7 em dezembro. O resultado contrariou as projeções de analistas consultados pelo Wall Street Journal, que esperavam queda do indicador, para 58,0.
Para Pooja Sriram, do Barclays, "a melhora na atividade industrial americana foi bastante ampla em todos os componentes, o que mostra consistência com a melhora no sentimento e na atividade empresarial no setor industrial dos EUA".