Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 29 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Cultura

COMENTAR | CORRIGIR

ACONTECE

Notícia da edição impressa de 30/01/2018. Alterada em 29/01 às 17h22min

Espetáculo no Centro Cultural Cia de Arte representa metáfora da sociedade

Edgar Alves dirige e protagoniza processo cênico A pele, do Ubando Grupo

Edgar Alves dirige e protagoniza processo cênico A pele, do Ubando Grupo


GRUPO UBANDO/DIVULGAÇÃO/JC
Encerrando a programação da mostra Arte da Cia 2018, o Ubando Grupo apresenta, desta terça (30) a quinta-feira (1º), o processo cênico A pele, do Ubando Grupo. As sessões ocorrem às 20h, no Centro Cultural Cia de Arte (Andradas, 1.780). Os ingressos custam R$ 20,00.
Edgar Alves atua e dirige a montagem que tem produção e execução audiovisual de Haik Khatchiria. Ao entrar no espaço cênico, o público se depara com um ambiente hospitalar. Imagens projetadas no interior da sala provocam no público uma visão subjetiva, induzindo abstrações imaginárias, como uma atmosfera surrealista, gerando uma amplitude interpretativa.
Walter (o paciente/homem em decomposição) é uma metáfora de uma sociedade desumanizada. Está largado nesse lugar, esquecido, sem poder abrir as janelas. Seu único vínculo com o mundo lá fora é um binóculo que o aproxima do sentimento de liberdade.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia