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Porto Alegre, quarta-feira, 31 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 01/02/2018. Alterada em 31/01 às 22h00min

Finanças

Com a necessidade de votos para aprovar a reforma da Previdência, é o melhor momento para Executivo, Legislativo, Judiciário e forças vivas do Estado exigirem a regulamentação da Lei Kandir e o encontro de contas entre os governos federal e estadual. Assim, talvez não fosse necessário vender ativos públicos lucrativos e poderia ter uma renda permanente da compensação pelas exportações. (Getúlio Dorneles F. da Silva, administrador, Porto Alegre)
Lula
Há muita raiva sobre a figura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ex-presidente. Parece que toda a corrupção no Brasil começou com ele, o que não é, absolutamente, verdade. Mas a sensação é essa, Lula é o culpado de tudo. Ele fez bons programas, mas tudo está sendo esquecido, infelizmente. Votei nele na primeira vez em que foi candidato. Penso que ele não soube ficar atento a muitos dos seus auxiliares, e, aí sim, ocorreram muitos desvios de conduta, uma pena para o Brasil. (Carmen Moreira, Porto Alegre)
Lula II
Estão demonizando além dos limites Lula da Silva. Por qual motivo tirar dele o passaporte? Lula não iria fugir, ainda há recursos para ele, mesmo após a condenação no TRF-4, em Porto Alegre. Vamos respeitar um ex-presidente do Brasil, é o mínimo que se pede. (Júlio Gastal, Porto Alegre)
Ginásio da Brigada
A chamada Universíade, em Porto Alegre, em 1963, foi um espetáculo esportivo universitário global muito bonito. Então com 17 anos, assisti muitos jogos em uma Porto Alegre muito diferente da de hoje, com organização, segurança bem melhor e sem estas grotescas imundícies que são as pichações. Vibrei, eu e muitas colegas, com o evento. O ginásio construído para a Universíade acabou destinado à Brigada Militar. Ficou lá até como Escola Superior de Educação Física. Mas um temporal, mais um, liquidou com o ginásio. Fiquei triste, mas penso que haverá um novo local. Restaram muitas saudades de um tempo tranquilo em Porto Alegre. (Taís Mendonça de Quadros, Porto Alegre)
Cotas
Apoio a política de cotas raciais para ingresso nas universidades federais. Afinal, os negros foram escravizados até o final do século XIX. Libertos, foram jogados no olho da rua analfabetos, sem saber fazer nada mais do que plantar e colher nas fazendas do seus "sinhozinhos". Sem qualquer preparo. Ficaram, por décadas, mais de um século, sendo, na maioria, marginalizados ao natural da sociedade brasileira, mesmo que eles, junto com os pardos, sejam maioria da população. Então, aprovo a política de cotas. Pelo menos por mais uma década. (Gilberto de Moraes Azevedo, Porto Alegre)
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