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Porto Alegre, domingo, 21 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 22/01/2018. Alterada em 21/01 às 20h46min

Gasolina

Quanto ao comentário de Ramiro Nunes de Almeida Filho sobre sua experiência de abastecimento nos Estados Unidos (Palavra do Leitor, edição do Jornal do Comércio de 19/01/2018), relatando que o preço da gasolina é inferior ao praticado no Brasil e sugerindo que, ao mesmo tempo, a qualidade é superior, é sempre bom lembrar que, nos EUA, as companhias de petróleo são privadas, e não estatais. Essa realidade ajuda a desmentir a ideia de que a Petrobras é "um patrimônio do povo brasileiro". Na verdade, ela se tornou um patrimônio dos corruptos e ladrões de plantão (que quase provocaram sua quebra), além de fornecer produtos de qualidade muitas vezes discutível e a um preço acima do mercado internacional, ajudando a dificultar ao invés de ajudar o desenvolvimento do País. (Darlei Worm Jr.)
Sérgio Moro
Agora começaram a politizar o apoio ou a crítica ao juiz Sérgio Moro. E isso na cidade natal dele, Maringá, no Paraná. É uma guerra de notícias - falsas e verdadeiras - que não dá mais para aguentar. Aliás, esse assunto sobre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já saturou, da mesma forma que falar sobre Jair Bolsonaro, cujo partido não sei mais qual é. (Mariuzi de Vallis, Rio Grande/RS)
Criminalidade
Apesar de alguns números positivos divulgados pelo secretário estadual de Segurança, Cezar Schirmer (PMDB) - o que merece elogios -, o fato é que a insegurança reina em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul e no Brasil. Claro que não é só uma questão de mais policiais nas ruas, mas todo um arcabouço social, onde educação, família e emprego formal ajudariam demais. Além disso, combater as drogas e alertar que quem compra e paga bem está alimentando os crimes. (Walter de Aguillar, Porto Alegre)
Viaturas policiais
Na atividade policial, há necessidade de chegar rapidamente onde estão ocorrendo crimes ou acidentes, bem como levar feridos para hospitais, presos para delegacias, entre tantas outras atividades que as polícias executam na sua rotina. Infelizmente, no Brasil, as viaturas são carros comuns com adesivos e giroflex. Não há um modelo padrão, como acontece em outros países, onde as viaturas policiais atendem a requisitos específicos de segurança e configurações de suspensão e motorização, que visam, principalmente, à segurança dos policiais. Já tivemos, em décadas passadas, uma gama de veículos com diferentes configurações, que rodavam em todos os terrenos, sem nenhum critério técnico de padronização. A atividade policial necessita de veículos padronizados, blindados e produzidos especificamente para a polícia. (Paulo Franquilin, oficial da Reserva Remunerada da BM, jornalista e escritor)
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