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Porto Alegre, sábado, 23 de março de 2019.
Dia Mundial do Meteorologista.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Edição impressa de 15/01/2018. Alterada em 14/01 às 18h46min

Auxílio-moradia

Com um salário-mínimo de R$ 954,00 agora em janeiro, não sei como membros do Poder Judiciário e dos Legislativos não têm vergonha de receber quase R$ 4,5 mil como auxílio-moradia. Não ganham bem o suficiente? Isso é uma vergonha! (Eliana Carlile, Porto Alegre)
Capina e varrição
Ainda bem que a prefeitura reiniciou, via empresa terceirizada, o serviço de capina e varrição em Porto Alegre. Com o calor do verão e as chuvas seguidas, a grama cresce muito rápido. Mas os porto-alegrenses têm que ajudar. Vejo muita gente jogando lixo ou varrendo detritos para as sarjetas. Aí, nas chuvas, vai tudo para as bocas de lobo, bloqueando o escoamento das águas. Então, vêm os alagamentos. Simples assim. (Marco Aurélio Mentges, Porto Alegre)
Inflação
Tenho lido, seguidamente, nesta coluna Palavra do Leitor do Jornal do Comércio, leitores dizendo que a inflação está sendo "maquiada" pelo governo. Esquecem que a inflação não é medida apenas pelo gás de cozinha, gasolina e eletricidade, ora, os quais subiram muito, realmente! Mas os preços caíram demais nos alimentos, até porque há desemprego em massa. Sem consumo, os preços caem ao natural. Para alguns, parece que alguém do governo (Michel Temer?) telefona de manhã para o IBGE e diz que a inflação, em 2017, terá que ser menos do que 3%! Por favor, menos, gente, menos. Se a inflação é alta, reclamam. Se a inflação é baixa, é manipulação? Agradar brasileiro é difícil. Sempre vem a teoria da conspiração. (Rubens da Silva Pinto, Barra do Ribeiro/RS)
Inflação II
Vivemos (ou sobrevivemos) período de gigantesca recessão. Só será vencida com crescimento econômico. Evidente, então, que a inflação, como ninguém está comprando, tem de ser baixa. E seria menor, ainda, se os produtos de controle do governo (combustíveis e gás de cozinha) não aumentassem quase diariamente! Logo, não comemorável o índice inflacionário, pois resultante do sofrimento da população. Almejamos comemorar, oxalá seja breve, o crescimento econômico. Nem estamos falando em desenvolvimento econômico, que se não, confunde. (Jorge Lisbôa Goelzer, advogado, Erechim/RS)
Modismos
Falam, falam dos norte-americanos, geralmente com críticas. Mas, na hora de imitar, tudo que é moda lá logo chega por aqui. Foi só o cinema popularizar os casamentos em jardins, gramados, beira de rio, com cadeiras e um "altar" improvisado e, pronto, temos casamentos assim no Brasil. Muito mais caros, podendo sofrer com chuvas e frio, mas, qual, o negócio é imitar. Macaquices brasileiras! (Pércio Roberval, Porto Alegre)
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Comentários
Patricia Comunello 23/03/2019 15h02min
Olá, as seções podem ser acessadas pela versão texto do jornal - neste link e no final tem como acessar as edições anteriores: vai o link aqui https://www.jornaldocomercio.com/index.php?id=/edicoes_anteriores/index.php
Carla Nogueira bender 23/03/2019 14h55min
Gostaria de receber os artigos publicados na coluna do leitor dia 20, 21 e 22 de março de 2019 em Jornal do Comércio, se for possível me encaminhem para meu e-mail, obrigada.
Paulo Tavares 15/01/2018 10h41min
E tem gente que insiste em não ver o óbvio: quando os derivados do petróleo e eletricidade sobem à taxas galopantes, toda a cadeia de preços é impactada. E os preços dos alimentos não caíram, apenas não subiram exorbitantemente como nos últimos anos. Mas fazer o que, tem gente que gosta de jogar dinheiro pela janela ou queimar em praça pública!