Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 24 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

Notícia da edição impressa de 25/01/2018.
Alterada em 24/01 às 22h46min
COMENTAR | CORRIGIR

A falácia da tecnologia neutra

ThoughtWorks quer estimular a discussão global do tema

ThoughtWorks quer estimular a discussão global do tema


/THOUGHTWORKS/DIVULGAÇÃO/JC

Justiça social está no DNA da ThoughtWorks, empresa de tecnologia que se tornou referência no mundo por conseguir criar um ambiente inclusivo e diverso do ponto de vista da identidade de gênero, orientação sexual, raça ou cor. Agora, a companhia está empenhada em estimular globalmente uma discussão ainda mais profunda: o mito do algoritmo neutro. Em tempos de disseminação acelerada da Inteligência Artificial (IA), é preciso discutir até que ponto as decisões tomadas pelos robôs são, de fato, isentas. "As empresas usam a chamada 'tecnologia neutra' para tomar decisões imparciais. Mas isso não é verdade, porque, por trás de cada algoritmo, existem pessoas", comenta a codiretora-presidente da ThoughtWorks Brasil, Gabriela Guerra. Com um simples exemplo, é fácil perceber como isso pode ser arriscado: o uso do reconhecimento facial na área de segurança pública. Afinal, quem são as pessoas que os robôs vão considerar suspeitas? "Não existe tecnologia neutra capaz de criar uma sociedade igualitária por si só. No fundo, o que temos são máquinas que reproduzem o status quo", observa. Caroline Cintra, codiretora-presidente da empresa no Brasil, reforça que a ThoughtWorks está focada em influenciar os seus colaboradores, parceiros e clientes sobre esse tema. "É preciso pensar como cada projeto pode ser criado considerando essa temática, para assim conseguirmos reduzir a desigualdade com o apoio da tecnologia", acrescenta.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia

Patricia Knebel

Ecossistemas de inovação, tendências globais para os negócios, marketing digital, as tecnologias que são os pilares da transformação digital (como mobilidade, Internet das Coisas e Big Data) e todas as novidades que impactam o comportamento dos consumidores e o futuro das empresas e das cidades estão na coluna Mercado Digital. Estou feliz por você estar aqui.