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Porto Alegre, segunda-feira, 15 de janeiro de 2018.

Jornal do Comércio

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Roberto Brenol Andrade

Frases e Personagens

Notícia da edição impressa de 16/01/2018. Alterada em 15/01 às 21h54min

Frases e personagens

Maria Rita de Assis Brasil

Maria Rita de Assis Brasil


MARCELO G. RIBEIRO/JC
"Porto Alegre não tem condições de perder 186 vagas hospitalares do Beneficência Portuguesa, que só está com dois pacientes internados. Nos últimos dois anos, a Capital perdeu 450 leitos. Cerca de 40% dos atendimentos hospitalares de Porto Alegre são de pacientes do Interior. Precisamos garantir o uso para esses 30 leitos, mantendo o Beneficência aberto, para que uma solução definitiva seja encontrada." Maria Rita de Assis Brasil, vice-presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers).
"A Beneficência tem 163 anos de atendimento na área da saúde. Se o governo do Estado se responsabilizar por 30 leitos, o hospital ficará aberto até uma solução mais duradoura." Pedro Ruas (Psol), deputado estadual, presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Beneficência Portuguesa.
"Qualquer decisão quanto às 30 vagas solicitadas caberia ao secretário estadual da Saúde, João Gabbardo. Mas são necessários ajustes administrativos no hospital, de forma que os esforços ora empreendidos sejam frutíferos, já que a prestação de contas de recursos públicos é exigência normal." Fábio Branco, chefe da Casa Civil.
"Entendo a preocupação dos que estão envolvidos nesse processo de salvação da Beneficência Portuguesa, porque sabemos que é mais fácil e menos complicado construir um novo hospital do que reabrirmos um que venha a fechar." Também Fábio Branco.
"Critico o alarde em torno do julgamento do ex-presidente Lula da Silva (PT) pelo TRF da 4ª Região. Pedirei ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e ao Ministério da Justiça medidas para garantir a segurança, na sede do TRF-4." Roberto Veloso, presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil.
"É um caso de grandes proporções, em que se está querendo a convocação de militantes para haver pressão e até se chegar às vias de fato. Isso é o que não podemos conceber." Thompson Flores, presidente do TRF-4.
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