Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 19 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

Assembleia Legislativa

Notícia da edição impressa de 20/12/2017. Alterada em 19/12 às 21h45min

Tiago Simon vai relatar PECs de CEEE, Sulgás e CRM

O deputado estadual Tiago Simon (PMDB) será o relator das três Propostas de Emenda à Constituição do Estado (PECs) - de números 266, 267 e 268/2017 - que preveem mudança na Constituição do Estado para acabar com a obrigatoriedade da realização de plebiscito para alienação, transferência do controle acionário, cisão, incorporação, fusão ou extinção da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), da Companhia Rio Grandense de Mineração (CRM) e da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás).
A decisão ocorreu na manhã de ontem, durante a sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa, presidida por Tiago Simon, cuja escolha ocorreu pela ordem da grade de relatoria do colegiado.
Integrantes da comissão permanente, os deputados Ciro Simoni (PDT) e Manuela d'Ávila (PCdoB) foram contrários à relatoria única das três PECs. No entanto Simon sustentou que seguiu o regimento da casa, que determina a tramitação conjunta - incluindo a unificação da relatoria - no caso de matérias idênticas ou correlatas.
Segundo Tiago Simon, ele apresentará o relatório após o recesso parlamentar, a partir de fevereiro do ano que vem, mas adianta que, em sua avaliação, as propostas são constitucionais. E adverte que, caso os deputados independentes e de oposição obstruam o andamento das PECs, o governo convocará regime de urgência para que as matérias cheguem ao plenário.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia