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Porto Alegre, quarta-feira, 13 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Política

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Partidos

Notícia da edição impressa de 14/12/2017. Alterada em 13/12 às 22h26min

Após Agripino virar réu, DEM articula troca no comando

A cúpula do DEM articula a substituição do presidente do partido, o senador Agripino Maia (RN), depois que ele virou réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Dirigentes querem indicar para o comando da sigla um nome alinhado ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Os favoritos são o ministro Mendonça Filho (Educação), o prefeito de Salvador, ACM Neto, e o próprio Rodrigo Maia.
Diante de um impasse sobre o momento da troca, a convenção nacional do partido, prevista para esta quinta-feira, foi adiada para o dia 27 de janeiro. O adiamento foi aprovado em uma reunião da bancada de deputados do partido.
Uma articulação para substituir Agripino começou há cerca de dois meses, mas o cenário mais provável era sua recondução ao cargo. O movimento para a troca ganhou força na terça-feira, quando o STF recebeu uma denúncia contra o senador no âmbito da Lava Jato. "Agora é a hora de focar na reforma da Previdência. Estamos todos solidários com o senador Agripino, e ele continua presidindo o partido pelo menos até janeiro", afirmou o deputado Jorge Mudalen (DEM-SP).
Por 4 votos a 1, a Primeira Turma do STF aceitou a denúncia da Procuradoria-Geral da República, que acusa Agripino de atuar para destravar um financiamento do Bndes (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para a obra da Arena das Dunas, em Natal (RN), em troca de propina da construtora OAS.
Agripino afirmou, em nota, que é inocente e que espera um julgamento célere.
 
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