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Porto Alegre, quarta-feira, 13 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Política

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Reforma da Previdência

12/12/2017 - 14h32min. Alterada em 12/12 às 14h32min

Trabalhadores gaúchos devem aderir à greve de fome contra reforma da Previdência

Trabalhadores estão em jejum desde o dia 5 de dezembro no Salão Verde da Câmara Federal

Trabalhadores estão em jejum desde o dia 5 de dezembro no Salão Verde da Câmara Federal


Adilvane Spezia/MST/Divulgação/JC
Dez trabalhadores do Rio Grande do Sul planejam aderir, nesta quarta-feira (13), a um movimento nacional de greve de fome contra a reforma da Previdência proposta pelo governo de Michel Temer (PMDB), a qual pode ser votada na próxima semana na Câmara dos Deputados. 
O protesto deve começar às 10h30min na esplanada da Assembleia Legislativa do Estado. Militantes do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Levante Popular da Juventude, Central Única dos Trabalhadores (CUT) e de entidades vinculadas à igreja estão entre os grevistas.
Conforme o MST, o jejum deve ir até o dia 18 de dezembro – data estimada pelo movimento para a votação da matéria.
A iniciativa integra um movimento iniciado na terça-feira passada (5), em Brasília, quando três camponeses iniciaram a greve de fome no Salão Verde da Câmara Federal. Até a manhã desta terça-feira (12), outras quatro pessoas haviam se juntado aos manifestantes. Na segunda-feira (11), quatro trabalhadores rurais do Sergipe também iniciaram o jejum na Assembleia Legislativa local.
O MST e o MPA se referem à mudança nas regras previdenciárias como “reforma da morte”. Para os movimentos, o governo federal busca “excluir a maioria dos agricultores da previdência” e penalizar as mulheres trabalhadoras rurais que, segundo a dirigente Roberta Coimbra, “trabalharão até a morte sem se aposentar” se a proposta for aprovada.
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Comentários
Jorge 12/12/2017 20h07min
SUGESTÕES PARA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA. 1) Estender o adicional de 25% aos aposentados por idade, de baixa renda, que necessitam de cuidados permanentes. 2) Simplificar a arrecadação, estabelecendo uma alíquota de contribuição menor para todas as pessoas que necessitam e outra alíquota para os demais contribuintes. 3) Pré-requisitos mínimos para aposentadoria, com período de transição; Homens, 60 de idade e 20 de contribuição. Mulheres, 60 de idade e 15 de contribuição.