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Porto Alegre, segunda-feira, 25 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 21/12/2017. Alterada em 25/12 às 19h13min

A selfie interior

Marcelo Pelissioli
A evolução do conceito de autorretrato fotográfico vem, por assim dizer, da própria evolução dos equipamentos de fotografia. Quando as máquinas fotográficas mais populares ainda dependiam de filme, o resultado de uma foto só seria possível após a revelação. Com o advento da fotografia digital, o resultado tornou-se automático, possibilitando a aventura de se tirarem autorretratos sem o medo de que o resultado não fosse satisfatório. Até porque, se fosse, poderia se fazer outra e outra selfie. O neologismo foi considerado a palavra do ano pelo dicionário Oxford, em 2013. Popularizou-se, e, atualmente, grande parte dos aparelhos celulares já vêm com câmera frontal para esse fim. Tirar uma foto de si mesmo.
Quando mergulhei nos processos e estudos de Coaching, a impressão que tive era que o autoconhecimento desencadeado pela dinâmica das sessões me fornecia uma verdadeira foto daquilo que estava em todos os lugares da minha alma. E, essa foto, quem estava tirando, era eu mesmo. Uma verdadeira selfie interior. Sim, porque o Coaching preconiza a responsabilidade pessoal pelos resultados e metas. Não está baseado em visão de mundo de terceiros. Está baseado em reflexão própria, e daí, em ação pessoal. Como qualquer foto, essa selfie interior traz nitidamente os lugares bem iluminados de nossa alma. E, também, como qualquer foto, pode não mostrar com nitidez os cantos mais escuros. O Coaching, sob essa ótica, é capaz de equilibrar a luminosidade interna para que nossa selfie torne-se harmoniosa, com cores vivas e capaz de inspirar o movimento em direção aos nossos maiores sonhos e objetivos. E essa selfie vai sendo tirada no dia a dia, através de reflexão e autofeedback. Trabalhando nossas limitações e fortalecendo nossas potencialidades, até que ela se torne a melhor versão de nós mesmos!
Coach, Canoas/RS
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