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Porto Alegre, terça-feira, 19 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 20/12/2017. Alterada em 19/12 às 21h26min

Natal, nascimentos sem fim...

Alice Schuch
Ao nascer, o bebê é autêntico; ao manifestar afeição, cólera, satisfação ou apetite, não tem dúvidas. Quando sente fome, medo ou ama, sua percepção, consciência e comunicação coincidem, não sendo influenciadas pelo que pensam os outros a respeito de suas preferências. Confere valor positivo àquelas experiências que percebe serem favoráveis à preservação e ao crescimento do próprio organismo, e as busca, atribui valor negativo às experiências que percebe serem contrárias à este, evitando-as.
Nossa base orgânica é produto da natureza, mas, no decorrer da adaptação ao universo familiar e social, aprendemos a ser para os outros e, esquecendo de nós mesmos, perdemos aquela originária autenticidade do neonato.
Renascer é possível quando retornarmos ao nosso projeto original, tendo presente que a cada escolha que fazemos, a cada estrada que tomamos, mais nascemos ou regredimos. Natal é renascimento, é recomeçarmos e prosseguirmos autênticos na grande vida, adaptando-nos ao ambiente em que vivemos, mantendo a autoestima pela consciência e exercício constante do valor pessoal, amando e cuidando cada vez mais de nós mesmos, potencializando o que temos de melhor, pois o que realmente possuímos somos nós e nossas ações históricas em nascimentos sem fim. Feliz Natal!
Escritora e palestrante
 
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