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Porto Alegre, quarta-feira, 27 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 19/12/2017. Alterada em 18/12 às 21h49min

Ano novo, economia nova

Victor Sant'Ana
Seja bem-vindo, 2018! Após um tortuoso período que a economia brasileira passou de 2014 até agora, o ano que vem será de recuperação e confiança, pois 2017 chega ao fim com o País fora da crise e com boas perspectivas.
O ano de 2018 será atípico, pois terá uma eleição à presidência que difere das anteriores no mínimo em 3 aspectos. Primeiro, pela situação política no País. A sociedade aumentou o seu descontentamento com os políticos tradicionais, que deverão mudar o seu discurso e suas atitudes para atrair mais eleitores. Segundo, pela importância da tecnologia na nossa vida social. Pela utilização das mídias sociais, nunca antes na história foi tão rápido e barato propagar suas ideias assim como acabar com sua reputação por esses meios. O político ou partido que souber usar melhor essas ferramentas terá um importante headstart na disputa à presidência. Terceiro, pela indefinição de candidatos com reais chances de vitória.
Estamos a menos de um ano do sufrágio e ainda não temos nem certeza de quem será candidato, quanto mais de quem vencerá a disputa. Toda essa incerteza acaba por tornar a recuperação da economia mais lenta, mas não é um impeditivo.
O País terá desafios no ano que vem antes de ir às urnas, pois, além de outros reparos de política fiscal, a reforma da Previdência precisa ser aprovada. As mudanças advindas dessa proposta ainda levarão tempo para surtirem efeito nas contas públicas, mas essa reforma, se aprovada, contribuirá com a melhora da confiança, interna e externa, no futuro da economia.
E operações como a Lava Jato precisam continuar, para inibir desvios de verba pública, que roubam o dinheiro do contribuinte, que já banca uma alta carga tributária.
Embora os próximos anos sejam complicados e decisivos, o mercado e a sociedade se mostram confiantes no desempenho futuro do Brasil. A sociedade saiu fortalecida da recessão e com maior determinação para contribuir com a economia.
Economista da CDL Porto Alegre
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Comentários
Daniel Pereira DAlascio 27/12/2017 16h36min
Prezado Victor SantAnna,Respeitosamente a reforma da previdência é o fim da aposentadoria do pobre. Pense menos no lucro dos lojistas e mais no pobre trabalhador, que alias é quem injeta dinheiro para comprar os seus produtos. Você está viciado na política brasileira em especial a do Temer que administra a previdência como um órgão onde se pode tirar dinheiro para outras áreas. Não é justo escondermos que bancos devam bilhões para a previdência social, a exemplo dos clubes de futebol,entre outras empresas inclusive multinacionais.Temos que acabar com a diabólica prática de isentar grandes empresas de pagar a previdência. Não me digas que um eletricista de linha viva que trabalha em uma rede de 23000V, vai viver o mesmo tempo que um empresário que viaja para a Europa todo o ano, e cujo stress é administrar um orçamento milionário. A previdência social é do povo, não é dos empresários, portanto não a reforma da previdência! Daniel Pereira DAlascio