Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 28 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

AFEGANISTÃO

Notícia da edição impressa de 29/12/2017. Alterada em 28/12 às 20h54min

Explosão deixa 41 mortos em Cabul

Braço do EI assumiu a autoria do ataque, que feriu mais de 80 pessoas

Braço do EI assumiu a autoria do ataque, que feriu mais de 80 pessoas


/SHAH MARAI/AFP/JC
Uma explosão deixou pelo menos 41 mortos nesta quinta-feira ao atingir um centro cultural e uma agência de notícias em Cabul, capital do Afeganistão. O ataque ocorreu durante a manhã, e a maioria das vítimas eram estudantes, segundo testemunhas.
O ataque ocorreu durante um painel no centro cultural Tabian sobre o 38° aniversário da invasão soviética ao Afeganistão. Além dos mortos, pelo menos outras 84 pessoas ficaram feridas, informou o Ministério da Saúde afegão.
O atentado ocorreu no Oeste da capital, em uma região onde predomina a minoria xiita - 90% da população afegã é sunita. Um repórter da agência local Voz Afegã foi morto.
O braço do Estado Islâmico (EI) no Afeganistão assumiu a autoria do ataque. Segundo o grupo, o atentado foi feito com três explosivos detonados simultaneamente, além de um homem-bomba. Já o Taliban negou envolvimento no caso.
Houve outros atentados a organizações de imprensa em Cabul nos últimos meses, além de ações contra a minoria xiita, marcando a deterioração da segurança no país, de 35 milhões de habitantes. Um dos diretores da Anistia Internacional, de defesa aos direitos humanos, emitiu um comunicado afirmando que o ato de quinta-feira ressalta os perigos enfrentados por civis afegãos. "Em um dos anos mais letais já registrados, jornalistas e outros civis continuam a ser alvejados de maneira cruel por grupos armados", afirmou Biraj Patnaik.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia